Homem esteve na República Democrática do Congo, onde há um surto da doença e está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas Vírus do ebola (em vermelho) infectando uma célula. — Foto: NIAID RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 30/05/2026 - 09:57 São Paulo Investiga Caso Suspeito de Ebola em Viajante do Congo A Secretaria de Saúde de São Paulo investiga um caso suspeito de Ebola em um homem de 37 anos que esteve na República Democrática do Congo, país com surto da doença. Internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ele apresenta febre e está sob cuidados de biossegurança. Embora o risco de introdução no Brasil seja baixo, amostras são analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz para confirmar a suspeita. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A secretaria de Saúde do Estado de São Paulo identificou um caso suspeito de Ebola na capital paulista. O paciente esteve da República Democrática do Congo (RDC) e tem febre como sintoma compatível à infeccão. Ele está internado Instituto de Infectologia Emílio Ribas, sob o protocolo de biossegurança previsto para casos do tipo. O homem de 37 anos esteve na RDC há cerca de 10 dias, um prazo que ainda está dentro do tempo de incubação da doença. Ele é testado para uma série de outras doenças como málaria, por exemplo. As amostras do paciente seguirão para análise específica. Nenhum exame apontou que ele tenha ebola, o caso é tratado como suspeito. Na semana passada, a Secretaria de Saúde de SP atualizou um documento que deu orientações sobre o atual surto de Ebola em curso na RDC. O documento fixou "medidas de vigilância, definição de caso, notificação imediata, isolamento, manejo inicial, fluxos assistenciais e investigação laboratorial no estado", informou o governo. O Emilio Ribas chegou a receber 3 casos suspeitos de Ebola em 2014, mas todos foram descartados. O Instituto Adolfo Lutz será responsável pela investigação laboratorial do caso. A Secretaria de Saúde de SP informou, ainda, que mantém "risco de introdução da doença no Brasil e na América do Sul permanece muito baixo", isso considerando a dificuldade de transmissão e a inexistencia de "voos diretos entre a região afetada e a América do Sul".