A ação alegava que seus produtos causavam dependência e contribuíram para criar uma crise de saúde mental entre adolescentes, esgotando os recursos escolares Plataformas terão que pagar US$ 27 milhões para encerrar ação movida por um distrito escolar de Kentuck — Foto: Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/05/2026 - 21:34 Redes sociais pagarão US$ 27 mi por ação sobre saúde mental de jovens Gigantes das redes sociais pagarão US$ 27 milhões para encerrar uma ação judicial movida por um distrito escolar de Kentucky, que alegava que suas plataformas criavam dependência e contribuíam para uma crise de saúde mental entre adolescentes. Meta, Snap, TikTok e YouTube serão responsáveis pelos pagamentos. A Meta, com o maior valor, pagará US$ 9 milhões. Além disso, o YouTube fornecerá programas de treinamento para professores. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As maiores plataformas de mídia social do mundo concordaram em pagar cerca de US$ 27 milhões para encerrar uma ação movida por um distrito escolar rural do Kentucky, que alegava que seus produtos causam dependência e contribuíram para criar uma crise de saúde mental entre adolescentes que esgotou os recursos da escola. A Meta, proprietária do Instagram e do Facebook, pagará ao distrito escolar US$ 9 milhões, mais do que qualquer outra empresa, de acordo com documentos divulgados sob as leis estaduais de acesso à informação. A Snap e o TikTok concordaram, cada um, em pagar US$ 8 milhões, mostram os registros. O YouTube, do Google, negociou um pagamento de pouco mais de US$ 2 milhões e foi a única empresa que também concordou em fornecer ao distrito programas de treinamento para ajudar os professores a usarem melhor seu produto de vídeo nas salas de aula. No dia 21 de maio, a Meta chegou a um acordo para encerrar um processo histórico que alegava que o vício no Instagram e em outras grandes plataformas de mídia social prejudicou o aprendizado em toda a América e levou escolas públicas dos EUA a gastarem enormes recursos no combate a uma crise de saúde mental. Tem sido um ano movimentado para as empresas de tecnologia envolvidas em litígios relacionados à segurança infantil. A Meta e o Google foram julgados em janeiro, em Los Angeles, no primeiro processo do tipo por danos pessoais relacionados ao vício de jovens em redes sociais. Um júri considerou as empresas responsáveis por prejudicar uma mulher de 20 anos com produtos projetados para mantê-la viciada, concedendo um total de US$ 6 milhões em indenização. TikTok e Snap, também citadas na ação, fizeram acordos pouco antes do julgamento.