O que tem sido facilmente notado é o comportamento, muitas vezes agressivo e desmedido Advogados do ex-vereador Jairinho deixam a sessão do júri alegando falta de acesso a provs — Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo Aqui, um caso curioso ocorrido durante o Tribunal do Júri dos acusados pela morte do menino Henry Borel. Como se sabe, o ex-vereador e ex-médico Jairinho responde pelo homicídio da criança de 4 anos, assim como a mãe do menino, Monique Medeiros. Pois, durante uma das sessões do tribunal, enquanto acontecia o depoimento do psiquiatra Rafael Ribeiro, contratado pela assistência de acusação e que fazia uma análise da personalidade psíquica do réu, ouviu-se um estrondo: a mesa onde estavam Jairinho e parte de seus advogados tombou sem nenhuma explicação, danificando pelo menos um equipamento eletrônico usado pela defesa do réu. Ninguém sabe se alguém empurrou ou chutou deliberadamente a mesa, mas o que tem sido facilmente notado é o comportamento, muitas vezes agressivo e desmedido, dos advogados de defesa de Jairinho. A postura tem rendido críticas por parte de advogados que acompanham o caso. Enquanto isso... O clima bélico, porém, tem escancarado a paciência e a boa condução da juíza Elizabeth Machado Louro, que preside o júri e vem enfrentando bate-bocas, interrupções e pedidos — alguns deles sem fundamento — por parte da defesa.