O diretor espanhol Pedro Almodóvar está de volta com o longa "Natal amargo", que une duas histórias paralelas entre Madri e as Ilhas Canárias, sobre uma publicitária que perde a mãe durante o Natal e um diretor frustrado. Outra novidade da semana é o terror "Backrooms: um não-lugar", produzido pela A24 e estrelado por Renate Reinsve e Chiwetel Ejiofor. A trama é inspirada em uma história viral que surgiu na internet. Ainda dá para aporoveitar a ação "Golpe explosivo", a animação "Revolução dos bichos" e a cinebiografia "Chopin, uma sonata em Paris". Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta semana e os que seguem em cartaz: As estreias da semana (28 de maio a 3 de junho) ‘Backrooms: um não-lugar’ O novo filme de terror da produtora americana A24 explora o conceito de backrooms, lenda urbana popularizada na internet sobre dimensões paralelas labirínticas. Baseado em um curta, o longa de estreia do diretor Kane Parsons acompanha uma terapeuta (Renate Reinsve, indicada ao Oscar 2026 por “Valor sentimental”), que adentra o espaço quando um de seus pacientes (Chiwetel Ejiofor) desaparece. ‘Cansei de ser nerd’ Nesta comédia sci-fi dirigida por Gualter Pupo, Fernando Caruso vive um nerd que na juventude foi acusado injustamente de um suposto assassinato e vai à festa de reencontro da faculdade decidido a limpar seu nome e reconquistar sua alma gêmea. Bia Guedes, João Velho e Pedro Benevides também estão no elenco. ‘Chopin, uma sonata em Paris’ Cinebiografia do compositor polonês Frédéric Chopin, interpretado por Eryk Kulm. Aos 25 anos, Chopin é o grande favorito dos salões parisienses e da corte do Rei da França, enquanto enfrenta uma doença, compõe obras-primas, dá aulas de piano e vive romances nos círculos aristocráticos. A direção é de Michał Kwieciński. 'Copan' Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1966, o edifício Copan costuma ser descrito por números superlativos: 32 andares, 1.160 apartamentos e cerca de 5 mil moradores no Centro de São Paulo. Mas o mérito de “Copan”, documentário de Carine Wallauer vencedor do É Tudo Verdade de 2025, está justamente em não se deixar paralisar pela imensidão do espaço. O foco está em indivíduos de interesses, ideologias e profissões diferentes, que têm em comum morarem no mesmo ambiente. Bonequinho aplaude: leia a crítica. ‘Golpe explosivo’ Em Londres, um grupo de assaltantes aproveita o pânico causado pela descoberta de uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial para realizar um roubo sem precedentes. Com Aaron Taylor-Johnson, Theo James e Sam Worthington. Direção de David Mackenzie. 'Natal amargo' Dois anos após conquistar o Leão de Ouro em Veneza com “O quarto ao lado”, Pedro Almodóvar competiu em Cannes com “Natal amargo”. Não ganhou prêmio algum, mas os elogios colhidos são suficientes para mostrar que a crise criativa que afeta o protagonista, o diretor de cinema Raul Rossetti (Leonardo Sbaraglia), torna o filme menos autobiográfico do que parece. Afinal, nos últimos dez anos Almodóvar realizou cinco longas e dois curtas. O novo filme é quase uma continuação de “Dor e glória” (2019). Embora o diretor tenha declarado em Cannes que “está farto de falar de si mesmo”, boa parte dos fãs de Almodóvar não parece se incomodar com isso. Afinal, quando ele se repete, está trazendo de volta características temáticas e estéticas que fizeram dele um dos maiores autores da história do cinema. Bonequinho aplaude: leia a crítica. ‘A revolução dos bichos’ Inspirada no clássico de George Orwell, a animação é dirigida por Andy Serkis. Extra ‘Cine Bacante’. O Estação Rio recebe, em quatro terças de junho, a mostra que une clássicos do cinema, filosofia, música e vinho. Com curadoria do professor e filósofo Fernando Santoro, cada sessão será seguida de palestras e intervenções musicais e teatrais. Na programação, “Medea”, de Pier Paolo Pasolini (ter), “Dona Flor e seus dois maridos”, de Bruno Barreto (dia 9), “Sócrates”, de Roberto Rossellini (dia 16) e “Sermões, a História de Antônio Vieira”, de Julio Bressane (dia 23). Ter, às 20h. R$ 30. Até 23 de maio. Cena de "Dona Flor e seus dois maridos" — Foto: Divulgação Cine Lage. A EAV do Parque Lage promove, nesta sexta, uma sessão gratuita dedicada ao cineasta Walter Carvalho. Serão exibidos os filmes “Caruatá – vejo o lugar que me vê” e “Moacir, arte bruta”. Capelinha do Parque Lage, Jardim Botânico. Distribuição de 30 senhas 30 minutos antes da sessão. 19h. Grátis. ‘Grounded’. Como parte da Rio Nature & Climate Week, a mostra internacional exibe filmes e documentários sobre natureza, clima e cultura no Pier Spaces, a partir de quarta. A seleção traz títulos inéditos no Rio, como os premiados “Yanuni” (qua, 19h) e “Somos guardiões" (dia 4, 19h). A abertura será com “Estamira”, de Marcos Prado (14h). Para participar, é preciso se inscrever pelo site oficial da mostra. As sessões têm pipoca liberada. Pier Mauá. Das 14h às 21h. Até 5 de junho. Grátis. ‘Elogio do trompete’. A partir de sexta, a Cinemateca do MAM no CCBB abriga a mostra, que presta homenagem a um dos mais centrais instrumentos associados ao jazz. O programa destaca nomes como Miles Davis e outros músicos, como Clifford Brown, Dizzy Gillespie e Arturo Sandoval.Centro. Até 31 de maio. Grátis. ‘International Uranium Film Festival’. A Cinemateca do MAM recebe a 15ª edição do festival de cinema da Era Atômica, com 31 filmes de 18 países sobre energia nuclear e riscos radioativos, com sessões especiais que relembram Chernobyl, Fukushima e Palomares. Até 30 de maio. Grátis. Leonardo Vilar e Gloria Menezes no longa "O pagador de promessas", dirigido por Anselmo Duarte — Foto: Reprodução ‘Mostra Pitanga’. A partir de quarta-feira, o CCBB celebra a trajetória de Antonio Pitanga com 38 filmes, entre clássicos, títulos raros e produções contemporâneas. A curadoria é de sua filha, Camila Pitanga. Na abertura, “Ganga Zumba”, de Cacá Diegues (17h) e “Barravento”, de Glauber Rocha (19h). Entre os destaques,“O pagador de promessas”, de Anselmo Duarte (dias 7 e 25). Até 29 de junho. Grátis. UEFA Champions League 2026: Final. A decisão entre PSG e Arsenal no torneio europeu de futebol será transmitida no Cinemark Botafogo. Praia de Botafogo 400. Sáb, 12h30. R$ 54,72. Champions 2026: PSG e Arsenal se enfrentam na final — Foto: ALAIN JOCARD / AFP e Adrian Dennis / AFP Filmes que seguem em cartaz ‘O advogado de Deus’ Baseado em romance espírita, o filme de Wagner de Assis segue um advogado que se envolve em um caso com uma história mal resolvida em vidas passadas. Com Nicolas Prattes, Beth Goulart e Lorena Comparato. ‘Authentic games - No império desconectado’ Animação acompanha o YouTuber Marco Túlio, conhecido como Authentic games, dentro do universo Minecraft. Direção de Bruno Murtinho. ‘O diabo veste Prada 2’ Fazer uma sequência 20 anos após o filme original sem parecer mero caça-níqueis é um desafio. “O diabo veste Prada 2” tem dois trunfos: personagens que o espectador vai amar rever e atores à altura. A verdade é que história nem precisaria ser grandes coisas. Mas o longa do mesmo David Frankel de “O diabo veste Prada” consegue, com graça e leveza, dizer coisas relevantes sobre os tempos de hoje, seja a crise do jornalismo ou a falta de alma em um mundo obcecado com resultados financeiros. Bonequinho aplaude: leia a crítica. Meryl Streep e Anne Hathaway em 'O diabo veste Prada 2' — Foto: Divulgação ‘Diamantes’ Na comédia dramática de Ferzan Özpetek, um diretor convoca todas as suas atrizes favoritas para rodar um filme sobre uma prestigiada alfaiataria, ambientado em Roma nos anos 1970. Com Luisa Ranieri, Jasmine Trinca e Stefano Accorsi. 'O drama' Convidativo para quem curtiu o caos do argentino “Relatos selvagens” (2014), o americano “O drama” é uma comédia romântica de humor negro com os queridinhos Zendaya e Robert Pattison como protagonistas. Seus personagens engatam um namoro após uma cantada meio sem jeito num café e, poucos anos depois, se veem na preparação da festa de casamento. Parece uma linda história de amor, mas “O drama” capricha nas engrenagens de roteiro para bagunçar o enredo: tem reviravolta, conflito, clímax e desfecho, tudo isso bem marcado na tela como se ensina nos cursos de construção narrativa clássica. Bonequinho olha: leia a crítica completa. Robert Pattinson e Zendaya em 'O drama' — Foto: Divulgação A24 'Eclipse' Ao longo dos tempos, alas femininas submetem-se ao acúmulo de tarefas raramente reconhecidas por “eles”. O cenário avança, mas ainda falta muito para um equilíbrio razoável. Djin Sganzerla, atriz de força e sutileza incomuns, estreou na direção em 2020, com o bem-recebido “Mulher Oceano”. Em “Eclipse”, seu segundo longa, a aparência frágil camufla sua ousadia ao assinar produção, direção, roteiro (com Vana Medeiros) e, obviamente, atuação. Ao longo da trama, o roteiro tentará dar conta de um emaranhado complexo de mulheres penalizadas — na cidade, no Brasil profundo, em casamentos de fachada até mergulhos na deep web. Bonequinho olha: leia a crítica. ‘Erupcja’ No longa dirigido por Pete Ohs, a cantora Charli XCX interpreta uma turista britânica que visita uma amiga polonesa (Lena Gora) em Varsóvia, acompanhada pelo namorado. A proximidade entre as duas amigas acaba acendendo faíscas de sentimentos ocultos. 'Eu não te ouço’ Na comédia de Caco Ciocler inspirada no meme do “patriota do caminhão”, um encontro improvável entre dois brasileiros transforma-se num road movie inusitado. ‘Fanon’ Inspirado na história do psiquiatra e filósofo Frantz Fanon,que enfrentou o sistema colonial francês durante a Guerra da Argélia. Com Alexandre Bouyer e Déborah François, e direção de Jean-Claude Barny. 'A graça' O diretor italiano Paolo Sorrentino não é chegado ao minimalismo. Mas a margem de erro é mínima ao lado de Toni Servillo, um dos grandes atores da atualidade. Juntos, pela sétima vez em “A graça”, criador (também roteirista) e criatura (Prêmio Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza 2025) unem forças em obra primorosa. Afinal, o que se passa na cabeça de um presidente a seis meses da aposentadoria? Armar novas alianças, tecer intrigas, derrubar uns e outros? Ficar no poder, custe o que custar? Não, nada disso. Mariano de Santis, o presidente italiano fictício, pensa. Delibera. E cultiva a ambição de chegar a um acordo consigo mesmo, fiel à Justiça, à Ética, aos filhos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. 'A graça', de Paolo Sorrentino — Foto: Divulgação ‘O gênio do crime’ Adaptação do clássico da literatura infantojuvenil brasileira, com direção de Lipe Binder e Marcos Veras no elenco. Na trama, quatro amigos se envolvem em uma investigação ao descobrirem um esquema de falsificação de figurinhas do álbum da Copa do Mundo. ‘Hokum: O pesadelo da bruxa’ Um escritor de terror (Adam Scott) vai até uma pousada irlandesa para espalhar as cinzas do pai, sem saber que o local é assombrado por uma bruxa. Dirigido por Damian McCarthy. 'Love kills' É sempre bem-vinda a ousadia de cineastas brasileiros que apostam no cinema de gênero. Em “Love kills”, seu longa de estreia na ficção, Luiza Shelling Tubaldini transforma o centro de São Paulo em um cenário misterioso e sombrio ao transpor para a tela uma história de vampiros baseada na graphic novel de Danilo Beyruth. O ponto alto é a construção visual dessa São Paulo, com a ajuda da fotografia, design de produção, figurinos e maquiagem. A cidade do filme remete à realidade, com as pessoas que dormem nas ruas, muitas delas usuárias de drogas. Mas se descola um pouco do naturalismo para representar o isolamento de humanos e vampiros com uma metrópole quase vazia, a não ser por algumas almas penadas. Bonequinho olha: leia a crítica completa. Cena de 'Love Kills', de Luiza Shelling Tubaldini — Foto: Divulgação ‘O Mandaloriano e Grogu’ Nova incursão no universo Star Wars traz de volta a dupla Din Djarin (Pedro Pascal) e “Baby Yoda”, da série “The Mandalorian”. Dirigida por Jon Favreau, a nova missão do caçador de recompensas mandaloriano e seu jovem aprendiz traz Sigourney Weaver e Jeremy Allen White no elenco, com participação especial de Martin Scorsese. 'Mambembe' “Mambembe” é uma mistura de documentário e ficção sobre um projeto interrompido. Há pouco mais de 15 anos, Fabio Meira tentou realizar um filme centrado no universo do circo, mas a iniciativa não foi concretizada. Ao retomar o trabalho, o diretor evoca essa história conturbada. Mostra o roteiro antigo sem, porém, ambicionar uma repetição do passado — o que, de qualquer modo, seria inviável. O público acompanha as jornadas de um topógrafo, Ruy (personagem do ator Murilo Grossi), e três artistas de circo, Índia Morena, Madona Show e Jéssica — essa última foi recriada pela atriz Dandara Ohana. Por meio de Ruy, o cineasta traz à tona a figura do próprio pai. Índia e Madona são presenças fortes e autênticas que simbolizam a dura realidade enfrentada pelos artistas de uma manifestação artesanal como o circo em localidades do interior do Brasil. Bonequinho olha: leia a crítica. ‘Michael’ A nostalgia e os fandoms estão em alta, e a indústria aposta em filmes com esse apelo. “Michael”, cinebiografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua e estrelada pelo sobrinho do cantor, Jaafar Jackson, confia em ambos para atrair o público. Nesse aspecto, o longa é um sucesso. “Michael” se concentra na primeira fase da carreira do cantor, da formação do Jackson 5 (na versão menino, ele é interpretado por Juliano Valdi), passando pelo início de sua carreira solo e o lançamento de “Thriller”, terminando com os shows da turnê “Bad” em Londres, em 1988. Bonequinho olha: leia a crítica completa. Cena de 'Michael' — Foto: Divulgação ‘Mortal Kombat 2’ Baseado no videogame e filmado para IMAX, o filme traz Karl Urban, Ludi Lin e Jessica McNamee. Na trama, Johnny Cage se une aos campeões favoritos dos fãs para enfrentar Shao Kahn na batalha decisiva pelo destino do Earthrealm. 'Na zona cinzenta’ Novo longa de Guy Ritchie traz Henry Cavill, Jake Gyllenhaal e Rosamund Pike no elenco. Acompanha dois especialistas em extração que recebem a missão de traçar uma rota de fuga para uma negociadora sênior. 'Nino de sexta a segunda' 'Nino de sexta a segunda', de Pauline Loquès — Foto: Divulgação Em determinado instante de “Nino de sexta a segunda”, Zoé (Salomé Dewaels) mostra a Nino (Théodore Pellerin) o cartaz de uma retrospectiva da carreira de Marina Abramovic, intitulada “A artista está presente”, no Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York. Na ocasião, Abramovic realizou uma performance, que consistiu em se sentar e permanecer imóvel diante de cada visitante, estabelecendo contato através do olhar, sem uso de palavras. Encontros intensos, evidenciados mais nas expressões dos rostos do que nas conversas, também predominam nesse filme de Pauline Loquès, conforme se pode perceber nas interações de Nino com Zoé, que conheceu nos tempos de estudante, e com os amigos. Afinal, o que Nino tem a dizer não é nada fácil: bastante jovem, ele acaba de descobrir um câncer. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'Nuremberg' O julgamento mais emblemático do século XX foi transformado num teatro hollywoodiano digno de Sessão da Tarde. E nada contra histórias sérias com roupagem pop. Mas a pergunta básica que um crítico sempre se faz é se o tema de um filme se encaixa no estilo. É aí que “Nuremberg” derrapa. Há um descompasso entre a atuação de [Rami] Malek e a de [Russell] Crowe. O primeiro está sempre um tom acima, com expressões exageradas e muitos trejeitos, tudo isso amplificado por uma direção que pesa a mão na montagem e nos efeitos sonoros. Bonequinho dorme: leia a crítica completa. ‘Obsessão’ Neste terror, um romântico incurável faz um pedido para que sua paixão de longa data se apaixone por ele, mas um encantamento sinistro se desencadeia. Dirigido por Curry Barker, e estrelado por Michael Johnston e Inde Navarrette. ‘As ovelhas detetives’ Hugh Jackman interpreta George, um pastor que lê romances policiais para suas ovelhas todas as noites. Quando um incidente misterioso abala a rotina da fazenda, os animais assumem o papel de detetives. Dirigido por Kyle Balda. ‘Passageiro do mal’ No terror dirigido pelo norueguês André Øvredal (“O caçador de Troll” e “Drácula: a última viagem do Deméter”, um casal presencia um acidente fatal durante uma viagem de van. A partir daí, uma entidade demoníaca passa a persegui-los. Com Jacob Scipio e Lou Llobell. 'Perto do Sol é mais claro' Reginaldo Faria estrela 'Perto do Sol é mais claro' — Foto: Divulgação Sempre que possível, o octagenário Rêgi (Reginaldo Faria) se garante, dividido entre o trabalho como chefe de obra e a rotina solitária. Viúvo há sete meses, o vazio pesa mais em casa, mas sempre vem o impulso de reagir. “Perto do sol é mais claro” tem vários aspectos documentais. Para começar, um filme “família” com direção e roteiro do primogênito Regis Faria e os irmãos Marcelo Faria e Candé Faria, como filhos de Rêgi, enquanto netos interpretam a si mesmos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. ‘O poder do Rosário’ Drama religioso brasileiro dirigido por Tiago Benetti sobre uma menina e sua mãe, que sofrem um grave acidente e embarcam em uma jornada de fé. ‘O rei da internet’ Baseado na história real de um dos maiores hackers brasileiro, Daniel Nascimento (João Guilherme), que fez parte de uma organização criminosa que movimentou milhões de reais e foi alvo da primeira grande operação da Polícia Federal contra crimes virtuais. Direção de Fabrício Bittar, com Marcelo Serrado no elenco. ‘Rio de sangue’ Estrelado por Giovanna Antonelli e Alice Wegmann, este thriller policial gravado no Pará acompanha uma policial jurada de morte em São Paulo (Antonelli) que precisa resgatar a filha, médica em missão humanitária sequestrada por garimpeiros ilegais. Dirigido por Gustavo Bonafé. ‘Seis dias naquela primavera’ Dirigida por Joachim Lafosse, a coprodução entre Bélgica, França e Luxemburgo acompanha uma mãe solteira (Eye Haïdara) que leva os filhos gêmeos em uma escapada secreta para a casa de praia vazia dos ex-sogros na Riviera — uma viagem que mudará para sempre o rumo da família. ‘Sexo e destino’ No drama espírita baseado na obra de Chico Xavier e dirigido por Márcio Trigo, duas famílias marcadas por traições e obsessões enfrentam um acerto de contas espiritual. Com Bruno Gissoni e Letícia Augustin. ‘Super Mario Galaxy: o filme’ Depois de salvar o mundo, Mario e seus amigos precisam juntar forças novamente para combater Wario e Bowser Jr. Direção de Aaron Horvat e Michael Jelenic. 'Surda' Desde que foi exibido pela primeira vez, em fevereiro do ano passado, “Surda”, que marca a estreia solo em longas da espanhola Eva Libertad, vem colecionando prêmios. E merecidamente. Expansão de um curta-metragem de mesmo título lançado em 2021, o longa traz para a tela um drama pouco visto. Ángela (Miriam Garlo, irmã da diretora e que inspirou a história), uma mulher surda, tem um relacionamento com Héctor (Álvaro Cervantes), que é ouvinte. Quando ela engravida, uma série de preocupações aparece. A principal, se o bebê vai ser surdo como a mãe. Mas, durante todo o processo, Ángela vai passar por muitas aflições simplesmente porque a sociedade está despreparada para lidar com pessoas como ela. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica. Cena do premiado 'Surda' — Foto: Divulgação ‘Suspiria’ Considerado um dos filmes de terror mais importantes de todos os tempos, a obra-prima do italiano Dario Argento, de 1977, volta às telas. O clássico cult acompanha Suzy Banner (Jessica Harper), que vê seu sonho de estudar numa famosa escola de balé se tornar um pesadelo após uma série de assassinatos e acontecimentos inexplicáveis. Em 2018, o longa ganhou uma refilmagem por Luca Guadagnino. 'Zico, o samurai de Quintino' Até que ponto um filme sobre o maior ídolo da história do Flamengo poderia interessar a torcedores de outros times? Contrariando a expectativa de uma obra só para convertidos, o documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, dirigido por João Wainer, equilibra a trajetória do atleta com um perfil envolvente do ser humano Arthur Antunes Coimbra. A imagem de sujeito boa praça se confirma na “resenha” com os ex-parceiros Junior e Carpeggiani. Ao abordar o período de glórias rubro-negras nos anos 80, o filme escapa das armadilhas delirantes do mengocentrismo, abrindo brecha para episódios controversos como a escandalosa arbitragem do jogo contra o Atlético-MG pela Libertadores de 1981. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Novo Almodóvar, 'Backrooms', 'Golpe explosivo' e mais: as estreias e os filmes em cartaz
Saiba ao que assistir nos cinemas do Rio de Janeiro entre 28 de maio e 3 de junho; veja sinopses, trailers e críticas














