"O Império Contra-Ataca" é o nome do segundo (e melhor) filme da saga "Star Wars". Mas pode resumir também a estratégia da Disney, dona da franquia, para se impor diante dos rivais em Orlando, na Flórida.

No ano passado, a Universal, sua maior concorrente, abriu com estardalhaço o Epic Universe, uma área com foco na imersão e em atrações como "Harry Potter" e "Como Treinar seu Dragão". O complexo do Mickey não ficou parado e prepara para logo mais uma das maiores expansões de sua história. E tem mais por aí.

Essa obsessão por se reinventar, além do peso da tradição, fizeram com que, pelo sétimo ano consecutivo, a Disney fosse escolhida como melhor parque temático internacional segundo o Viaja São Paulo. É a líder absoluta dessa categoria, citada de forma espontânea por 48% dos entrevistados.

É justificável. São quatro parques secos —além do Magic Kingdom, há o Epcot, o Animal Kingdom e o Hollywood Studios— e dois aquáticos, o Typhoon Lagoon e o Blizzard Beach. Isso sem falar em centros de compras, campos de golfe, complexos esportivos e resorts que fazem com que toda a área seja do tamanho da cidade de San Francisco. É impressionante.

Cada parque tem uma identidade própria e merece um dia inteiro para ser desbravado. O Magic Kingdom é Disney raiz, com paradas de bonecos, castelo de "Cinderella" e atrações mais infantis. O Epcot tem cara de futurismo retrô e feira das nações, com celebração às diferentes culturas e à tecnologia. O Hollywood Studios homenageia o mundo do cinema e algumas das principais franquias da empresa, como "Star Wars" e "Toy Story". E o Animal Kingdom tem safári e toda uma área baseada em "Avatar".