Projeto deixa de fora pagamento de adicional para os servidores que entrassem no mutirão para reduzir em 20% a fila de processos na autarquia A Advocacia Geral da União (AGU) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) no início da tarde desta quarta-feira o Plano Emergencial de Reestruturação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme determinou o ministro Flávio Dino no último dia 5. O projeto contempla a maioria das propostas feitas pela CVM, entre elas o pedido de aumento nos quadros de pessoal, mas nega uma das principais, que era o pagamento de adicional para os servidores que entrassem no mutirão para reduzir em 20% a fila de processos na autarquia. A Advocacia-Geral da União enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), no início da tarde desta quarta-feira (27), o Plano Emergencial de Reestruturação da Atividade Fiscalizatória da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme determinou o ministro Flávio Dino. O projeto contempla a maioria das propostas feitas pela CVM, entre elas o pedido de aumento nos quadros de pessoal, mas não totalmente. O governo prevê 102 contratações, frente a 110 pedidas pela CVM. O plano da União prevê a contratação de 30 servidores oriundos do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU); convocação de 14 aprovados no último concurso, de 2024; aproveitamento de 50 inspetores federais do cadastro de reserva do concurso de 2024; mas somente oito novos cargos comissionados – a CVM pedia 16. O plano estabelece os critérios para priorização dos processos que serão alvo da força-tarefa para reduzir em 20% a fila de processos na autarquia, como risco iminente de prescrição, magnitude do prejuízo potencial e número de investidores afetados. Na apresentação do plano, que informa ter sido construído com CVM, Ministério da Fazenda e Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, a AGU diz que é um “instrumento inicial de organização e resposta institucional” à determinação de Dino, mas que podem ser adaptadas conforme for sendo aplicado.
AGU envia ao STF plano de reestruturação da CVM, mas não contempla totalmente propostas da autarquia
Projeto deixa de fora pagamento de adicional para os servidores que entrassem no mutirão para reduzir em 20% a fila de processos na autarquia















