▶️ Mesmo após novos ataques entre Estados Unidos e Irã, investidores seguem monitorando possíveis avanços nas negociações entre os dois países. O cenário ajudava a reduzir a tensão nos mercados internacionais nesta manhã. Por volta das 8h50, o barril do Brent para entrega em julho caía 2,66%, cotado a US$ 94,10. Já o WTI, referência nos EUA, recuava 3,70%, para US$ 90,42. ▶️ No Brasil, a agenda econômica é marcada pela divulgação do IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do país. O índice subiu 0,62% em maio, acima da expectativa dos economistas, que projetavam alta de 0,57% no mês. Já no acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,64%, acima da projeção de 4,59%. ▶️ No cenário político, investidores acompanham a votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 em comissão da Câmara dos Deputados. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar Acumulado da semana: -0,02%;Acumulado do mês: +1,52%;Acumulado do ano: -8,41%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +0,21%;Acumulado do mês: -5,74%;Acumulado do ano: +9,59%. Alívio nas tensões entre EUA e Irã Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira, após o governo do Irã afirmar que considera improvável uma retomada do conflito com os EUA, apesar dos ataques recentes realizados por Washington. A avaliação do mercado é de que a redução do risco de uma escalada militar no Oriente Médio ajuda a aliviar parte das preocupações com o abastecimento global de energia. 🔎 Por volta das 8h50 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para entrega em julho recuava 2,66%, cotado a US$ 94,10. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, caía 3,70%, para US$ 90,42 por barril. A declaração do Irã ocorre um dia após Teerã acusar os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo que estava em vigor desde abril. Mesmo assim, autoridades iranianas sinalizaram que a chance de uma nova guerra é baixa neste momento. “A possibilidade de guerra é baixa devido à fraqueza do inimigo. As Forças Armadas estão em alerta”, afirmou Mohamad Akbarzadeh, vice-chefe político da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica. Nas últimas semanas, EUA e Irã vêm alternando ameaças e negociações diplomáticas, enquanto tentam avançar em um acordo mediado pelo Paquistão. Ao mesmo tempo, o mercado segue atento ao risco de novos impactos sobre a produção e o transporte de petróleo na região. O conflito no Oriente Médio começou no fim de fevereiro, após ataques americanos e israelenses contra o Irã, e acabou ampliando as tensões em diferentes partes da região, o que aumentou a volatilidade no mercado internacional de energia. Mercados globais Nos EUA, os índices futuros de Wall Street avançavam pela manhã. Os contratos futuros do Dow Jones subiam 0,45%, enquanto os do S&P 500 avançavam 0,31%. Já o Nasdaq, mais concentrado em empresas de tecnologia, registrava alta de 0,48%. Na Europa, o tom também era majoritariamente positivo. O índice pan-europeu STOXX 600 subia 0,43%, aos 630,70 pontos. Na Alemanha, o DAX avançava 0,7%, para 25.359,59 pontos, enquanto o CAC 40, da França, ganhava 0,5%, aos 8.215,74 pontos. Na contramão, o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 0,1%, para 10.484,65 pontos. Já na Ásia, as bolsas fecharam em queda na maior parte dos mercados. Em Xangai, o índice SSEC caiu 1,25%, aos 4.093 pontos. O CSI300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 0,80%, aos 4.908 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,06%, aos 25.328 pontos. No Japão, o Nikkei encerrou o pregão praticamente estável, aos 64.999 pontos. Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters
Dólar inicia o dia em alta com petróleo e IPCA-15 no radar | G1
Na véspera, a moeda americana subiu 0,18%, cotada a R$ 5,0273. Já o principal índice da bolsa brasileira teve queda de 0,69%, aos 176.589 pontos.














