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A vigilância da gravidez de baixo risco por enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica (EESMO) vai avançar nas unidades locais de saúde (ULS) com baixa cobertura de médicos de família. Essas unidades vão ser identificadas pela Direcção Executiva do SNS no prazo de 30 dias, mas a Ordem dos Enfermeiros já veio desafiar a entidade liderada por Álvaro Almeida a alargar o projecto a todas as ULS. O despacho que cria e define os princípios orientadores para a implementação do projecto de acompanhamento da gravidez de baixo risco nos cuidados de saúde primários foi publicado nesta segunda-feira em Diário da República.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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27 de Maio de 2026







