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Os centros de saúde geridos pelos sectores privado ou social, as chamadas USF-C, estão atrasados e as convenções com especialistas em medicina geral e familiar privados ainda nem sequer avançaram. A ambição mantém-se, mas o Governo já reviu em baixa as metas que tinha traçado: se o plano de emergência previa a cobertura de 360 mil utentes em 2025 com as USF-C, agora o objectivo passou a ser dar médico de família a mais 60 mil pessoas até 2029, com a ajuda dos privados.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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19 de Maio de 2026