O posto de investidor de referência da Copasa, estatal mineira de saneamento, será disputado pela Equatorial e por um consórcio formado pela Aegea e seus acionistas: Equipav, GIC (fundo soberano de Singapura) e Itaúsa. A informação foi antecipada pelo jornal Valor Econômico e confirmada pela Folha.
As propostas foram entregues nesta segunda-feira (25) e incluem o valor por ação que cada grupo está disposto a pagar para arrematar 30% da companhia. O finalista —que o Governo de Minas Gerais deve anunciar nesta quarta (27)— será quem tiver oferecido o maior preço.
Após a divulgação, a gestão mineira também deve abrir a etapa de oferta ao mercado geral, no processo de "bookbuilding", em que investidores indicam a quantidade de ações que querem comprar. Essa fase vai distribuir outros 15% da Copasa e será concluída na próxima terça-feira (2).
Caso o processo de bookbuilding seja finalizado com uma precificação superior ao ofertado pelo candidato a acionista de referência, todos os 45% serão diluídos na Bolsa, e o sócio estratégico será desclassificado. Ou seja, se o mercado oferecer pagar mais por ação do que a Equatorial ou o consórcio da Aegea, a privatização da Copasa vai ser concluída no formato de corporation, sem um controlador definido.











