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Não parece existir outra palavra no dicionário dos elogios para descrever o saxofonista norte-americano Sonny Rollins: “colosso”. Há quem varie e o classifique como “gigante” ou “pioneiro”, mas o mundo parece votado a lamentar a morte de um “colosso”, um dos últimos músicos remanescentes dos grandes da era de ouro do jazz do pós-guerra, um improvisador magistral, um homem que tanto a solo quanto com Miles Davis, Thelonious Monk, John Coltrane ou os Rolling Stones, foi genial, um inventor melódico e, no fundo, um dos maiores saxofonistas de jazz de sempre. Sonny Rollins morreu em casa, em Woodstock. Tinha 95 anos.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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26 de Maio de 2026