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O anúncio de um debate público para a definição das prioridades nacionais da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2) é, em si mesmo, uma boa notícia. Num tempo em que tantas decisões estruturais são tomadas sem verdadeira deliberação, abrir o campo da política científica à discussão pública é um sinal de maturidade democrática, que não pode ser reduzida ao preenchimento de grelhas e plataformas pré-formatadas. Mas também é um momento de clarificação: o que está realmente em causa quando se definem “prioridades” para a ciência?Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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25 de Maio de 2026















