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A inteligência artificial (IA) tem vindo a tornar-se cada vez mais presente no nosso quotidiano, demonstrando o seu potencial em várias áreas – e a ciência não é excepção. Apresentados em estudos publicados nesta semana na revista Nature, dois sistemas “multiagente” (já lá vamos) mostram como a IA está a ser utilizada para acelerar e automatizar a descoberta científica, em particular na biomedicina, da reorientação de medicamentos e terapias combinadas para a leucemia mielóide aguda à explicação dos mecanismos de resistência antimicrobiana, ou até à identificação de candidatos terapêuticos promissores para a principal causa de cegueira no mundo desenvolvido.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de maio de 2026












