Centro de distribuição da Raízen em São Paulo — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg Na reta final, as negociações para a reestruturação da Raízen caminham para um acordo entre empresa e credores. Nestes moldes: 45% da dívida (de R$ 65 bilhões, a maior entre todas as recuperações extrajudiciais da história) será convertida em ações para os credores, que passarão a ser donos de quase 80% da empresa; a Shell fará uma capitalização de R$ 3,5 bilhões; e, mais à frente, a Raízen será dividida em duas companhias, uma de produção de etanol e outra de distribuição de combustíveis. Está prevista também a eleição de um novo conselho de administração para a Raízen no primeiro trimestre de 2027. Será criado ainda o cargo de CRO, ou diretor de reestruturação. Será ocupado pelo atual diretor financeiro da Raízen, Lorival Luz, ex-CEO da BRF.

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