YouTube — Foto: Lam Yik/Bloomberg O decreto assinado por Lula na semana passada para reforçar a proteção de mulheres no ambiente digital, criando mecanismos de proteção às vítimas, teve como uma de suas bases levantamentos usados pelo Ministério da Justiça mostrando que, em março, estavam ativos 123 canais explicitamente misóginos no YouTube brasileiro. Tinham 4 bilhões de visualizações (repetindo: 4 bilhões) e 23 milhões de inscritos. Cerca de 80% desses canais possuem alguma estratégia de monetização.

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