Durante a primeira passagem de Jeffrey Epstein pela prisão, uma pena de 13 meses por aliciamento sexual de uma menor de idade, registros penitenciários mostram que uma mulher o visitou pelo menos 67 vezes.

Essa mulher era Nadia Marcinko. Marcinko foi a principal namorada de Epstein por sete anos —sua parceira mais importante depois de Ghislaine Maxwell— e, anos depois, piloto assistente de seu avião particular.

Ela é relativamente desconhecida do grande público, mas em breve poderá estar no centro das atenções.

Marcinko é uma das quatro mulheres que foram apontadas como "potenciais co-conspiradoras" de Epstein em um acordo judicial de 2008 que lhes concedeu imunidade de acusação. Agora, duas dessas mulheres —as assistentes de Epstein, Sarah Kellen e Lesley Groff— estão prestes a serem interrogadas por parlamentares nos EUA.

Uma congressista quer que as quatro, incluindo Adriana Ross, outra assistente de Epstein, e Marcinko, sejam investigadas, apesar do acordo judicial.