Doze projectos artísticos nacionais de várias áreas foram seleccionados para a programação da Capital Europeia da Cultura (CEC) Évora_27, através de concurso aberto, com um milhão de euros de dotação, anunciou esta sexta-feira a associação gestora da iniciativa.Em comunicado, a Associação Évora 2027 revelou que os projectos contemplados pela open call (chamada ou concurso aberto) "Linha do Vagar" são nas áreas das artes visuais, arquitectura, circo, cruzamentos disciplinares, dança, música e teatro.Os projectos seleccionados através desta open call para agentes culturais, artistas, criadores e colectivos com actividade em Portugal farão parte da programação de Évora_27 e serão apresentados, ao longo de 2027, em diferentes locais do Alentejo.Segundo a Associação Évora 2027, entre um total 324 candidaturas recebidas e após uma análise individual e comparativa, o júri do concurso escolheu 12, distribuídas por dois patamares de financiamento.Oito dos projectos artísticos seleccionados vão receber 100 mil euros cada, num total de 800 mil euros, enquanto os outros quatro beneficiam de 50 mil euros cada, num total de 200 mil.
Com 100 mil euros, são apoiados os projectos Fim do Mundo - o musical, de Alfredo Jorge da Rocha Martins, CUPULA - Bienal de Circo Actual no Alentejo, do Instituto Nacional de Artes do Circo, iAVi - peneplanície, da MãoSimMão - Associação Cultural, e Abalar, Projecto de Criação Artística Participativa, do Mundo em Reboliço Associação Cultural.Centro Campo Barra, de Patrícia Craveiro Lopes, Truvadores, de Pedro Manuel Pinto Barateiro, As Sete Cabeças, da Questão Repetida - Associação Cultural, O Rapaz que Aterrou na Praça Vermelha, de Rui Horta e Patrícia Portela, são apoiados com o mesmo valor.Já com 50 mil euros são contemplados os projectos O Corridinho, de As Crianças Loucas, Cegonhas, de Cláudia Gaiolas, Espaço ao Tempo / Space For Time, de Diogo Evangelista, e Estúdio Ressonância, de Rui Mendes Palco.O júri foi constituído pelo director artístico de Évora_27, John Romão, que presidiu, pelo curador, professor universitário, escritor e crítico de arte e arquitectura Delfim Sardo e pela directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea, Filipa Oliveira.










