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Pep Guardiola nunca deixa de tentar, nunca deixa de experimentar. “Ele existe num estado de revolução perpétua”, escreveu Jonathan Wilson no jornal Guardian sobre o legado que o técnico catalão vai deixar no Manchester City e no futebol inglês, ele que confirmou nesta sexta-feira o fim da aventura de uma década na metade azul de Manchester. Dez anos cheios de títulos – foram 20 – que não terão continuidade porque Pep o decidiu, e assim abre caminho a mais uma revolução, no City e nele próprio. Porquê? “Não me perguntem as razões de eu me ir embora. Não há nenhuma razão”, disse Pep na mensagem de despedida. “No meu íntimo, sei que chegou a minha hora. Nada é eterno. Se fosse, seria aqui.”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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22 de Maio de 2026