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“Reformismo de boca têm muitos, mas reformismo de acção, de crescimento, de ambição e de transformação não é para todos.” A frase do primeiro-ministro, ao encerrar as últimas jornadas parlamentares do PSD, é reveladora da necessidade que sente de mostrar que o “Luís está a trabalhar”, como tanto pediu que o deixassem durante a campanha eleitoral. Com as recentes críticas do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, a apontar para a falta de reformismo deste Governo, e as da oposição, que sistematicamente fala em “propaganda”, a pressão é para agir. Em seis áreas-chave – com a reforma do Estado à cabeça –, o executivo tem tentado mostrar obra, tanto invertendo caminhos, como desmontando as políticas dos executivos de António Costa.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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22 de Maio de 2026






