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Já passava da meia-noite quando Luís Montenegro subiu ao palco e abriu o discurso de vitória com a expressão-chave que marcou a campanha eleitoral: “Agora deixem o Luís trabalhar!” Ao lado da mulher e da mãe, o reconfirmado primeiro-ministro concluiu que “o povo quer este Governo e não quer outro”, prometeu “valorizar o trabalho e rendimento dos portugueses” e “continuar a salvar o Estado Social”, da saúde à habitação, passando pela imigração. De lá para cá, criou um ministério para avançar com a reforma do Estado, procurou dar um novo impulso na governação com o PTRR – que surgiu para responder às tempestades do início do ano –, e não conseguiu ainda implementar uma desejada (mas não anunciada) reforma laboral. Pelo caminho, iniciou a privatização da TAP e viu surgir uma espécie de opositor não declarado: Pedro Passos Coelho.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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17 de Maio de 2026






