Nos últimos dias, taxas dos Treasuries ultralongos têm disparado e alcançado os níveis mais elevados desde 2007 Donald Trump, presidente dos EUA — Foto: Samuel Corum/Sipa/Bloomberg É célebre a frase atribuída a James Carville, ex-assessor de Bill Clinton, de que gostaria de reencarnar como o mercado de títulos dos Estados Unidos, já que, assim, ele poderia intimidar a qualquer um. Donald Trump, por sua vez, tem se mostrado sensível aos movimentos do mercado financeiro, sobretudo da bolsa americana, em um comportamento que fez surgir em Wall Street a sigla “TACO” — algo como Trump sempre “amarela”. Sem uma perspectivas clara de uma resolução definitiva na guerra contra o Irã e com os juros dos títulos dos Treasuries em níveis historicamente elevados, a pergunta que surge é: quanto mais de estresse financeiro a Casa Branca vai aguentar antes de buscar uma saída rápida para o conflito?
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