O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo — Foto: Raphael Ribeiro/ Banco Central RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/05/2026 - 16:37 Entidades Financeiras Apoiam Autonomia e Reforço do Banco Central A Febraban e outras 13 entidades do setor financeiro emitiram uma nota conjunta em apoio ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e à autonomia da instituição. O manifesto destaca a necessidade de reforço no orçamento e pessoal do BC para enfrentar a crescente complexidade do sistema financeiro brasileiro. Defende-se um BC independente e fortalecido para garantir um sistema financeiro estável, moderno e capaz de evitar crises econômicas. A PEC do Banco Central enfrenta atrasos no Senado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Entidades representativas do sistema financeiro, entre elas a Febraban e a ABBC, divulgaram nesta quarta-feira uma manifestação conjunta em apoio ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e à defesa da autonomia financeira e orçamentária da instituição. A PEC do Banco Central está empacada no Senado e, nesta quarta-feira, houve pedido de vista na CCJ, o que deve atrasar ainda mais a tramitação. O manifesto é assinado por 14 entidades dos setores financeiro, bancário, de pagamentos, fintechs e criptoeconomia. No texto, as associações afirmam reconhecer a “urgente necessidade” de reforço no orçamento e no quadro de pessoal do Banco Central para que o órgão consiga manter as atividades de regulação, supervisão e fiscalização diante da expansão e da crescente complexidade do sistema financeiro brasileiro, “que a cada dia se torna ainda maior e mais complexo, com a incorporação de novas modalidades de negócios, de novos modelos de instituições financeiras, além das exigências também crescentes no emprego de modernas tecnologias”. O documento afirma ainda que um Banco Central “independente, fortalecido e competente” é fundamental para garantir um sistema financeiro “saudável e sustentável”, capaz de evitar crises com impacto sobre a economia e custos para a sociedade. “Colocar o Brasil em linha com outras economias do mundo não só dá mais ferramentas ao regulador, como também reduz a percepção de risco do país, garante mais estabilidade da política monetária e abre caminho para um sistema financeiro moderno e atual. Só com um Banco Central independente, fortalecido e competente, que esteja à altura de seus desafios, a população e o setor produtivo brasileiros poderão se beneficiar de um sistema financeiro saudável e sustentável, capaz de evitar crises que podem afetar severamente a economia nacional, a credibilidade do setor e impor custos adicionais à sociedade”, diz o manifesto.