Disparada na cotação do petróleo e seu efeito sobre o querosene de aviação, por conta da guerra no Oriente Médio, obrigou companhias a ajustarem seus planos A disparada do preço do petróleo por causa da guerra no Oriente Médio levou as aéreas no Brasil a traçarem um plano de sobrevivência para os próximos meses. Isso porque o combustível de aviação, que respondia historicamente por cerca de 30% do custo operacional dessas empresas no país, dobrou desde fevereiro. Em paralelo, a indústria demonstra preocupação com o fim, no dia 31 de maio, dos incentivos tributários para o querosene de aviação (QAV).
Mais recente
Próxima
CVC demite mais de 130 com impacto da guerra
Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas Petrobras












