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Gentle Monster faz Léa Seydoux parecer uma actriz atarantada, em grande esforço, e nem que fosse por causa disso: por que motivo fazer a austríaca Marie Kreutzer, de que esta é a quinta longa-metragem, pisar o chão da competição da 79.ª edição de Cannes? Não há Michael Haneke ou Ulrich Seidl, a escola clínica austríaca, que desculpem este filme em que Léa interpreta uma mulher que descobre que o marido tem em seu poder, e produziu, fotografias e filmes com conteúdo pedófilo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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17 de Maio de 2026










