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O 32.º congresso do CDS-PP, em Alcobaça, encerrou com um registo de consagração interna e de fidelidade à Aliança Democrática (AD), mas também com um adiamento implícito da questão central que atravessa o partido: até que ponto o CDS consegue afirmar autonomia política sem se diluir na coligação governativa com o PSD. A reeleição de Nuno Melo, com 89,7% dos votos, selou a continuidade da liderança, e o reeleito presidente do partido prometeu trabalhar para um CDS “maior no futuro”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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17 de maio de 2026