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Nuno Melo chega ao congresso do CDS a reivindicar o papel de líder que resgatou o partido da irrelevância e o devolveu ao poder através da Aliança Democrática (AD). O presidente do CDS e ministro da Defesa Nacional recusa as críticas sobre uma excessiva diluição no PSD, argumentando que a coligação foi essencial para derrotar o PS e travar o crescimento do Chega. E desvaloriza a ausência de históricos.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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15 de Maio de 2026











