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Não tenho muitas certezas na vida com excepção daqueles chavões que culminam quase sempre com “e um dia morremos”. Isso e o facto de encontrar a mesma senhora magrinha pendurada no balcão do miniquiosque do supermercado todas as vezes que lá vou. Não importa o dia da semana, a hora ou o contexto. Confesso que já equacionei seriamente a possibilidade de a senhora viver ali, mas infelizmente a explicação para a sua permanência tem outro nome.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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17 de Maio de 2026