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Naquele armazém de Lama, Santo Tirso, batem corações e respiram pulmões. Celeste e Joaquim Silva não são cirurgiões, mas é como se fossem. Quando acabam o trabalho, longo e minucioso, os órgãos de tubos, calados há muito, “começam a falar”. “O órgão é um ser vivo. O coração é o someiro, o pulmão é o fole”, diz ele. “O que aqui fazemos é como se fosse uma cirurgia”, completa ela.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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16 de Maio de 2026