Investimentos no campo foram anunciados pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, no bojo dos números previstos para o Estado de São Paulo até 2030 Navio-plataforma P-68, da Petrobras, que opera no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Agência Petrobras A diretoria da Petrobras afirmou que, segundo estudos em andamento, a área que ainda não foi batizada pela companhia, mas vem sendo chamada de “campo de Aram”, na Bacia de Santos, vai demandar uma nova plataforma de área. Os investimentos no campo foram anunciados nesta sexta-feira (15) pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, no bojo dos números previstos para o Estado de São Paulo até 2030, que somam R$ 37 bilhões. Os aportes, no entanto, já estavam no plano da estatal. Ainda segundo o comando da companhia, este seria primeiro projeto na área de alta pressão na Bacia de Santos e, a partir da avaliação exploratória, a petroleira desenvolverá uma estratégia para o campo. Só então avaliará uma declaração de comercialidade, disse um dos diretores. O avanço na região vem sendo avaliado a partir da perfuração de cinco poços exploratórios numa área e mais um sexto poço em outra área do campo. As informações foram antecipadas à imprensa, mas serão detalhadas pela presidente da companhia na segunda-feira (18), em visita que fará à Refinaria de Paulínia (Replan), no interior paulista, na qual deve acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.