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O CEO da Cosan, Marcelo Martins, disse nesta sexta-feira, 15, que é razoável que a companhia — que funciona como veículo de investimento — deixe de existir em um horizonte de três a cinco anos, com os sócios passando a ter participações diretas nas empresas em que hoje investem via Cosan.

Ele afirmou também que a companhia pode vender a participação residual que passará a ter na investida de geração e distribuição de combustíveis, a Raízen, após o novo aporte dos sócios na empresa, que não será acompanhado pela Cosan.

“A premissa básica de todos nós aqui é a de que, com o objetivo de reduzir a alavancagem da empresa, obviamente não faz o menor sentido que a Cosan continue sendo um veículo de investimento de portfólio. Ou seja, o crescimento dos negócios e os investimentos serão absolutamente de responsabilidade das empresas que fazem parte do negócio hoje. Então, nesse horizonte de três a cinco anos, acho que é bastante razoável dizer que a Cosan deixará de existir”, afirmou a investidores nesta manhã.