A Americanas fechou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de 19,8% na receita bruta em comparação com o mesmo período do ano passado, mas fechou o período no vermelho, com prejuízo total de R$ 329 milhões, uma redução de 33,7%.
Segundo a companhia, as vendas no canal físico foram as responsáveis por sustentar o crescimento da receita, correspondendo a R$ 3,3 bilhões no período —alta de 16,5%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 13 milhões, porém o Ebitda ajustado ex-IFRS16, uma norma contábil que obriga as empresas a registrarem os contratos de aluguel de longo prazo como se fossem dívidas, ficou negativo em R$ 186 milhões —uma melhora de 23,3% na comparação com o ano passado quando o resultado ficou negativo em R$ 242 milhões.
Com as mudanças na gestão, iniciadas ao longo do período de recuperação judicial, a companhia reduziu sua presença no mercado online e focou nos pontos de venda físicos, investindo principalmente na opção de compra com retirada em loja. Antes, as vendas nos canais digitais correspondiam a mais de 30%.
Essa modalidade, apontada no balanço como O2O (online-to-offline), mede as vendas iniciadas digitalmente e concluídas com retirada em loja física. No trimestre, chegou a R$ 146 milhões, alta de 55,8%.











