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A cinebiografia em inglês do ex-presidente parecia uma extravagância da ultradireita. As revelações sobre Daniel Vorcaro sugerem algo mais organizado
Desde as primeiras imagens de Jim Caviezel caracterizado como Jair Bolsonaro, Dark Horse passou a circular como uma espécie de anomalia: uma cinebiografia em inglês sobre o ex-presidente brasileiro, dirigida por um cineasta americano e estrelada por um ator identificado com o cinema cristão-conservador dos Estados Unidos.
Por que uma produtora americana, um diretor americano e um ator associado ao cinema cristão-conservador dos Estados Unidos se meteriam em um filme sobre Bolsonaro? E, sobretudo, quem pagaria por isso?
A resposta começa a ficar menos nebulosa. Nesta quarta-feira 13, mensagens e documentos revelados pelo Intercept Brasil indicam que o grande mecenas do filme seria o banqueiro Daniel Vorcaro. O ex-CEO do Banco Master teria se comprometido a desembolsar 24 milhões de dólares, cerca de 134 milhões de reais, para financiar o filme.














