Os ataques dos Estados Unidos contra barcos no Caribe começam a trazer efeitos visíveis, mas não necessariamente os desejados.
Aparentemente, a quantidade de droga que sai diretamente da Venezuela teria diminuído. Mas especialistas alertam que o tráfico não está se reduzindo, mas sim sendo levado por outras rotas e métodos de mais difícil detecção.
A Venezuela é um dos principais pontos de saída de cocaína da América do Sul há décadas. Isso se deve à sua posição geográfica estratégica e à sua proximidade, tanto dos países produtores como a Colômbiae o Peru, quanto dos grandes mercados consumidores nos Estados Unidos e na Europa.
Mas a recente intensificação das operações americanas no Caribe, com interceptações e até ataques a embarcações suspeitas de narcotráfico, aumentou significativamente o risco de operação no litoral venezuelano. E esta mudança está levando o tráfico para outros países da região, segundo os especialistas.
Em setembro de 2025, Washington reforçou sua presença naval no Caribe, sob o pretexto de lançar uma nova campanha contra o narcotráfico, liderada pelo Comando Sul dos Estados Unidos.







