grupo investigado obteve autorização para atuação no segmento a partir de 2025 e a plataforma segue em funcionamento, mas é alvo de dois processos administrativos, que podem resultar em sanções

Segundo o MPF, há indícios de que grupo criou empresa de fachada em Curaçao para simular que a operação da plataforma ocorria fora do Brasil antes da regulamentação do setor.

Segundo o MPF, as investigações apontam ainda possíveis irregularidades praticadas após a entrada em vigor do novo marco regulatório das apostas de quota fixa