Esse impulso – financiado pelo governo – pode até vir a transformar a estrutura da economia chinesa, passando os gastos com IA a ser o novo motor do crescimento

Com Europa, Japão e emergentes como Brasil e Índia sem protagonismo na inteligência artificial, as duas maiores economias do mundo buscam expandir campos de influência

Esse impulso – financiado pelo governo – pode até vir a transformar a estrutura da economia chinesa, passando os gastos com IA a ser o novo motor do crescimento