Campanhas evitam detalhar cortes de gastos, mas o fato é que o próximo presidente terá de lidar com o desequilíbrio das contas públicas

Já está ficando claro que a economia, seja qual for o presidente eleito, necessitará de uma ampla reforma para conter o déficit público.

Secretário-executivo da Fazenda diz que é possível desacelerar a dinâmica de algumas despesas a fim de contê-las ‘sem grandes reformas’