Ancelotti decidiu jogar no contra-ataque, como se a Noruega fosse a França

Ancelotti decidiu jogar no contra-ataque, como se a Noruega fosse a França

A vantagem egípcia expôs um sentimento contraditório: a alegria pela queda do rival e o vazio de imaginar uma Copa sem o jogador que o futebol parece se recusar a deixar partir