Depoimentos reunidos pela Polícia Civil apontam desorganização, ausência de divisão de tarefas e falhas na conferência dos equipamentos; investigação também concluiu que o grupo atuava clandestinamente e ignorou um acidente grave com uma criança três meses antes da morte de Maria Eduarda.

Menino caiu em março após falha em freio de corda. Equipe clandestina também esteve envolvida na queda fatal de Maria Eduarda de Freitas.

Menino de 9 anos ficou ferido durante salto realizado pelo grupo investigado