Companhias aéreas têm dado prioridade a voos mais curtos e regionais, em função do preço do querosene de aviação, o que impulsiona vendas da fabricante brasileira

Segundo Francisco Gomes Neto, modelo Preator, que demorava 17 meses, agora leva 8,5 meses: ‘Estamos produzindo o dobro com a mesma infraestrutura’

Companhias aéreas têm dado prioridade a voos mais curtos e regionais, em função do preço do querosene de aviação, o que impulsiona vendas da fabricante brasileira