Nos EUA, a chance de o Federal Reserve voltar a cortar os juros, como quer Trump, virou pó após os últimos dados do emprego e da inflação; o risco agora é de elevação da taxa básica até o fim do ano

Republicano eleva apostas para indicado ao BC dos EUA em meio a expectativas de que custos de empréstimos vão subir

Além de discursos dos dirigentes do banco central dos EUA que levaram a essa interpretação, dados da economia indicam que a atividade segue bastante aquecida

Piora da aversão a risco antecede uma semana decisiva para a trajetória dos juros no Brasil e nos Estados Unidos, com a divulgação de indicadores importantes de inflação

Investidores devem seguir atentos ao vaivém da guerra e das expectativas para a política monetária no Brasil e nos EUA

Cresce percepção de que o Banco Central não apenas está perto de encerrar o ciclo de flexibilização monetária, mas que o próximo passo da política monetária poderá ser uma nova…

Nos EUA, a chance de o Federal Reserve voltar a cortar os juros, como quer Trump, virou pó após os últimos dados do emprego e da inflação; o risco agora é de elevação da taxa…

Aumento de preços no mês passado foi de 0,5%, queda de 0,1 ponto percentual em relação a abril

Crescem entre os agentes financeiros as preocupações de que o Banco Central brasileiro possa não apenas interromper o ciclo de flexibilização monetária, mas voltar a elevar a Selic

Taxas dos Treasuries operam perto da estabilidade nesta manhã, com tensões entre EUA e Irã no foco

Inflação dos EUA vem em linha com o esperado, mas petróleo alto e conflito no Oriente Médio mantêm pressão sobre ativos de risco

Inflação nos EUA atingiu os 4,2% em Maio, complicando as decisões da Fed sobre os juros e fragilizando ainda mais a posição de Donald Trump nas negociações com o Irão.

A dissolução no prêmio de risco no barril de petróleo levou a uma queda acelerada dos juros internacionalmente e beneficiou os ativos de risco