Vocalista da banda de folk britânica, Marcus Mumford diz viver um dos melhores momentos da carreira e celebra 'Prizefighter', último álbum do grupo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mumford & Sons — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você A banda britânica se apresenta como headliner do Palco Sunset neste sábado. Os músicos revelaram o desejo de tornar as visitas ao Brasil mais frequentes. Após anos sem lançamentos, o grupo promove os recentes trabalhos 'Rushmere' e 'Prizefighter'. Marcus Mumford destacou que a banda vive uma de suas melhores fases criativas. Durante a estadia no Rio de Janeiro, os integrantes passearam por Copacabana. Eles elogiaram a recepção calorosa e a energia contagiante dos fãs brasileiros nas ruas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os Mumford & Sons voltaram. Depois de uma década sem apresentações no Brasil (a última vez, no Lollapalooza, em 2016), o grupo britânico se apresenta como headliner no Palco Sunset, no Rock in Rio, neste sábado (12). Mas essa longa espera para voltar ao país não deve se repetir. Em entrevista ao GLOBO antes do show, Marcus Mumford e Ben Lovett afirmaram que "é realmente um desejo" tornar apresentações por cá mais frequentes. Aliás, a banda, que tem ainda Ted Dwane, costuma pensar nos fãs brasileiros ao planejar uma turnê. — Voltar para cá é algo sobre o qual conversamos toda vez que marcamos uma turnê. Perguntamos à nossa equipe como podemos voltar ao Brasil, e é difícil fazer isso, mas é simplesmente um alívio estar de volta aqui, porque o show que fizemos em São Paulo, dez anos atrás, é provavelmente um dos shows favoritos que já fizemos — afirma Mumford. Lovett ajuda a explicar o sentimento do grupo com a volta: — Estamos aqui em forma, prontos para dar ao Brasil tudo o que prometemos que voltaríamos para fazer, o melhor show que pudermos. Conhecidos por fazer uma mistura do folk com outros gêneros musicais, do rock ao country, os Mumford & Sons fizeram sucesso com o primeiro álbum, o "Sigh no more", em 2009, trazendo músicas como "Little lion man" e "The cave". Depois, vieram "Babel", em 2012, "Wilder mind" (2015) e "Delta" (2018). É aí que eles ficaram sete anos sempre um lançamento. Com "Rushmere", de 2025, e "Prizefighter", lançado neste ano, entretanto, eles afirmam ter voltado à ativa — e em uma de suas melhores fases, afirma Mumford: — Uma banda como a nossa poderia simplesmente se apoiar nas músicas antigas, mas estamos gostando de escrever músicas novas mais do que nunca. Começando com "Rushmere" e depois com "Prizefighter", pareceu que estávamos tendo outra oportunidade de nos apresentar novamente como uma banda nova para as pessoas, e isso parece um privilégio. O intervalo entre as fases de lançamento, aliás, parece ter favorecido a banda como um todo. Mumford afirma que "Prizefighter" é o seu álbum favorito. Apesar disso, não sabe se é o melhor da carreira porque diz não ser alguém a fazer tal julgamento. — Surpreende-me que, depois de todo esse tempo, a banda ainda se alinhe tanto com os meus desejos. É simplesmente o disco que eu realmente queria fazer, e nós conseguimos fazê-lo. É o meu favorito. Mumford, aliás, tem aproveitado bastante a estadia no Rio. Nas ruas, o grupo afirma estar sentido bastante a energia do povo carioca, inclusive de seus fãs. — Nós encontramos muitas pessoas na rua hoje, que vieram ao show, caminhando por Copacabana. Sentimos muito bem acolhidos. As pessoas têm sido realmente amigáveis e gentis, e animadas para nos ver, assim como nós estávamos para vê-las — diz o vocalista.