Levantamento foi realizado em meio aos desdobramentos mais recentes da crise no Supremo Tribunal Federal 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). — Foto: Cristiano Mariz / Brenno Carvalho / Agência O Globo A cerca de três semanas para o início das eleições, pesquisa Datafolha mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto ao Planalto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que marca 44%. O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. Já 8% declaram voto branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. Na rodada anterior, o petista tinha os mesmos 46%, enquanto o bolsonarista alcançava 44%. O Datafolha mostra também situação de empate técnico no segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). O petista lidera contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o ativista Renan Santos (Missão). A pesquisa foi realizada em meio aos desdobramentos mais recentes da crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Os pesquisadores foram às ruas entre terça-feira, dia em que o ministro André Mendonça afastou Andrei Rodrigues da função de diretor-geral da Polícia Federal (PF), e sexta-feira, quando parte do sigilo do Caso Master foi derrubada. O levantamento foi contratado pela "Folha de S. Paulo" e pelo grupo Globo. Foram entrevistadas 2.002 pessoas entre os dias 8 e 11 de setembro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi cadastrada junto à Justiça Eleitoral com o código BR-01833/2026. Primeiro turno Cury aparece numericamente em terceiro lugar, com 6% das intenções de voto. O novo levantamento mostra Caiado com 4%. Em seguida, aparecem Renan Santos, com 3% e Zema, com 2%. Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB), Clariana Brandão (DC) e Samara (UP) aparecem com 1%. Votos brancos ou nulos chegam a 6%, enquanto outros 4% são de indecisos.
Datafolha: Lula tem 46% em segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que marca 44%
Levantamento foi realizado em meio aos desdobramentos mais recentes da crise no Supremo Tribunal Federal








