Informação contribuía para redução dos rendimentos dos títulos americanos, que alcançaram máximas na véspera 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Petróleo opera em baixa após possível reunião sobre Ormuz — Foto: Bloomberg O petróleo opera em baixa na sessão desta sexta-feira e, perto do meio-dia, o barril recuava 4%, cotado aos US$ 104,92. O movimento acontece após seis países da região do Golfo Pérsico avaliarem uma reunião com autoridades iranianas para discutir o fluxo no Estreito de Ormuz. Nesta semana, a escalada das tensões entre forças apoiadas pela Arábia Saudita e os houthis, grupo baseado no vizinho Iêmen e apoiado pelo Irã, contribuiu com o avanço do óleo aos US$ 109 durante a madrugada. Petrobras não elevará preço da gasolina. Na bomba, queda pode ser de 2%Testamos o iPhone dobrável da Apple: veja tela, câmera, preço e como funciona Os ataques embutiram incertezas também sobre o fluxo no estreito de Bab el-Mandeb, no lado Oeste da Arábia Saudita, que poderia também ser prejudicado. É por lá que grande parte do petróleo tem sido escoado, diante das tensões em Ormuz, do lado leste da península Arábica. O recuo do petróleo contribuiu com a queda nos rendimentos das Treasuries, os títulos do Tesouro Americano. As desconfianças com a condução da política fiscal e de gastos pelos EUA tem elevado os rendimentos a patamares expressivos. Ontem, o título com vencimento em dez anos atingiu 4,89%, maior rendimento desde 2023. Também nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor americano de agosto (CPI, na sigla em inglês) veio em linha com as estimativas, subindo 0,4%, e, em 12 meses, avanço de 3,4%. — Este claramente não é o relatório de inflação que os mercados temiam, mas também não é o relatório que resolve de uma vez por todas a questão da inflação nos EUA — disse à Bloomberg Florian Ielpo, da gestora Lombard Odier. Os investidores aumentaram as apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) aumentará os juros na próxima semana, em meio a dados de inflação elevados. Nesta sexta-feira, a plataforma FedWatch, do CME Group, apontava 87% de chances de uma alta da taxa na semana que vem, para o patamar entre 3,75% e 4% (alta de 0,25 ponto percentual). O juro americano funciona como um ímã do capital global: se mais alto, investidores tendem a aumentar a parcela de seus investimentos em títulos americanos, drenando aplicações existentes em outros países. Como efeito, o dólar encarece e as Bolsas globais tendem a ter prejuízos, com a saída do investidor internacional. Ao meio-dia, o dólar operava estável no Brasil (zero), aos R$ 5,10, enquanto a Bolsa realizava lucros e desvalorizava 0,51%, aos 187.296 pontos. Os juros futuros, no entanto, operavam em baixa. (com Bloomberg News)
Petróleo opera em baixa após possível reunião entre países do Golfo
Informação contribuía para redução dos rendimentos dos títulos americanos, que alcançaram máximas na véspera









