Enquanto o vice-presidente J.D. Vance participou da cerimônia pelos 25 anos do 11 de Setembro em Nova York, o presidente Donald Trump foi ao memorial no Pentágono, nos arredores de Washington.
Em seu discurso, o republicano afirmou que os Estados Unidos jamais esquecerão os atentados e traçou uma linha entre a reação americana à tragédia há 25 anos e os conflitos enfrentados pelo país hoje. "É por isso que lutamos hoje", disse Trump. "Não temos escolha. Só pode haver vitória. Lutamos com força. Lutamos para vencer."
No início do ato, os nomes de todas as 184 vítimas do Pentágono foram lidos. Na sequência, autoridades discursaram.
O presidente lembrou a reação dos americanos aos ataques e afirmou que, nos dias seguintes, o país mostrou "do que uma nação realmente é feita". "Naquele dia, todos éramos nova-iorquinos", disse. "Mas também éramos todos americanos. Éramos todos uma família. Éramos todos patriotas."
Trump também homenageou os militares que serviram na chamada Guerra ao Terror. Segundo ele, durante os últimos 25 anos, "os melhores e mais corajosos" mantiveram o país seguro ao combater um "inimigo oculto" em diferentes partes do mundo.Foi nesse ponto que o presidente encaminhou o discurso para a guerra atual. Ao mencionar os militares que atuam hoje, Trump afirmou que "a República Islâmica do Irã nunca, jamais, terá uma arma nuclear", sob aplausos.










