Relatório de rede de pesquisadores mostra impactos na saúde pública no continente que sofre com ondas de calor, inundações e incêndios florestais e aponta avanços 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Santiago de Compostela, agosto de 2024: Turistas usam sombrinhas para tentar se proteger do calor intenso na Praça do Obradoiro, uma das maiores da Galícia, quando termômetros indicavam 38°C — Foto: Brais Lorenzo/Bloomberg As cidades europeias estão na linha de frente da crise climática. O continente que mais aquece no mundo, e mais rapidamente, enfrenta uma crise de saúde pública cada vez mais grave. A região abriga 75% de sua população em centros urbanos que sofrem impactos crescentes de ondas de calor, inundações e incêndios.

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