Ferramenta transforma quatro décadas de cobertura jornalística do evento numa experiência para o leitor 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Freddie Mercury e Ney Matogrosso no Rock in Rio de 1985; Zara Larsson (2024) e Alok (2022) — Foto: Jorge Marinho, Sebastião Marinho, Fabiano Rocha, Marcelo Theobald RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você O jogo interativo disponibiliza um acervo com mais de 500 shows históricos e atrações recentes. Os usuários podem criar programações personalizadas e compartilhar os resultados. A brincadeira conta com cinco módulos diferentes, incluindo desafios com limite de orçamento. Assinantes do jornal têm acesso a recursos exclusivos e fotos históricas inéditas. A ferramenta reflete a evolução musical do festival desde a histórica edição de 1985. O veredicto final do jogador baseia-se em críticas publicadas pelo GLOBO. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Se em 2026 o Rock in Rio tem (ou teve) como headliners nomes centrais da música como Elton John, Stray Kids, Avenged Sevenfold, Maroon 5, Zara Larsson, Alok e Halsey, em 1985 — na primeira edição do festival, que volta nesta sexta-feira (11) à Cidade do Rock, na Zona Sudoeste do Rio — a programação era recheada de artistas bastante representativos daquele período, como Iron Maiden, Yes, Rod Stewart, Scorpions, Whitesnake, Queen e Ney Matogrosso. Esses dois cenários ajudam a mostrar como o festival se transformou ao longo do tempo (e também como o público veio mudando o seu gosto musical). Em meio às diferenças entre os line-ups de outras épocas e o atual, o público também pode ter escolhas bastante distintas sobre os artistas que gostaria de ver no festival. Pai e filho, de gerações diferentes, podem ter preferências musicais completamente díspares entre si. O game criado pelo GLOBO, Meu Rock in Rio dos Sonhos, torna essa variadas visões em ativo, deixando o público exercer o papel de curadores, permitindo que cada uma monte seu próprio line-up de preferência para o festival. Como seria o seu Rock in Rio dos sonhos? Pensando nesta pergunta, O GLOBO criou o “Meu Rock in Rio dos sonhos”, um jogo interativo em que o leitor é o dono da festa. É só acessar aqui. A partir de uma lista com 500 shows do passado cadastrados (e mais 56 que acontecem nos palcos Mundo e Sunset deste ano), o “produtor por um dia” pode se divertir de várias maneiras: montar o line-up de um único dia, criar uma semana inteira, descobrir qual seria seu festival ideal. Ao final, ele recebe um resultado personalizado, num card (pronto para ser compartilhado com amigos ou nas redes sociais) com suas escolhas. Na imagem, além do line-up, uma foto histórica e um veredicto, baseado nas notas e críticas publicadas pelo GLOBO ao longo dos anos. Como jogar 'Meu Rock in Rio dos sonhos' — Foto: Arte O GLOBO Montado com a ajuda de ferramentas de inteligência artificial, a brincadeira apresenta cinco módulos. No primeiro, “escale um dia de Rock in Rio”, o fã precisa respeitar o orçamento de US$ 75 milhões (para não levar bronca da produção!) e faz mais pontos se houver coerência de gêneros, afinal, quem não lembra da confusão do show de Carlinhos Brown no dia dos metaleiros, em 2001? No segundo módulo, está liberado sonhar alto: o dinheiro é livre e vale misturar rock com sertanejo, k-pop com MPB. Escalar uma semana de evento (com orçamento de R$ 520 milhões) ou o Rock in Rio 2026 perfeito (com atrações só deste ano) são módulos exclusivos para assinantes, assim como o acesso às 600 fotos, muitas delas nunca publicadas antes.