É 11 de setembro de 2025. O dia seguinte ao assassinato a tiros do meu marido, Charlie Kirk.
As últimas 24 horas parecem um delírio febril enquanto desembarco em Phoenix, vinda de Utah, e volto para casa. Saio do carro, e meus filhos correm para os meus braços. Eles não fazem ideia de onde eu estava nem do que estava fazendo. Só se importam com o fato de eu estar em casa.
Enquanto caminho até a porta da frente, sinto um aperto no peito que não reconheço. É assim que se sente o luto? Sento-me no sofá onde Charlie estava sentado duas noites antes, assistindo aos Cubs (time de beisebol de Chicago, nos Estados Unidos) com nossos filhos. Sinto uma onda crescendo dentro de mim e sei que ela está prestes a desabar.
"Não sei como vou conseguir passar por isso", eu disse à segunda-dama, Usha Vance, mais cedo naquele dia. Segurando minha mão, ela disse: "Sabe quando você está em um avião com seus filhos, faltam 15 minutos para o pouso, mas as crianças estão enlouquecidas, gritando, jogando coisas, e então o avião pousa, elas se acalmam e tudo fica bem de novo? Vai ser assim. Apenas atravesse os próximos 15 minutos".
Suas palavras ficaram gravadas em meu coração.









