O acirramento dos ânimos no STF (Supremo Tribunal Federal) alimentou a preocupação da equipe do presidente Lula (PT) com eventuais prejuízos à campanha petista. As últimas pesquisas de intenção de voto, feitas após o caso, apontaram ainda para avanços de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial.
O cenário de empate técnico tem colocado aliados do presidente em estado de alerta e exigido uma correção de rumo a menos de um mês para o primeiro turno.
O presidente do PT, Edinho Silva, convocou reuniões de emergência com a Executiva Nacional, com partidos da base de apoio e com centrais sindicais na tentativa de esboçar uma reação da campanha.
O momento atual tem gerado inquietação entre aliados históricos, como movimentos sociais, sindicatos e partidos do chamado campo progressista. Eles se queixam de apatia e reivindicam maior participação na campanha, em patamar semelhante ao papel que desempenharam na campanha vitoriosa de 2022.
A avaliação de aliados de Lula de que a guerra no Supremo poderia prejudicar o petista levou o presidente a articular com ministros da corte e parlamentares movimentações que tentassem estancar os prejuízos políticos causados pela crise.









