A 16ª edição da ArtRio, uma das maiores feiras de arte da América Latina; “XXXV – Silviano Santiago por Hélio Oiticica”, sobre livro que Hélio Oiticica deixou inacabado, e "Revolta em preto e branco", que resgata o histórico Salão Preto e Branco de 1954, e na Pinakotheke; e uma individual de Tainan Cabral estão entre os destaques da semana nos museus e centros culturais cariocas. Abaixo, confira as principais exposições em cartaz no Rio de Janeiro. Veja fotos das exposições em cartaz no Rio 1 de 27 Obra de Alfredo Volpi na mostra “Revolta em preto e branco”, na Pinakotheke — Foto: Divulgação 2 de 27 "Vaso-plano Maria" (2026), obra inédita de Adriana Varejão, que será exposta pela galeria Flexa durante a ArtRio — Foto: Divulgação/Flexa X de 27 Publicidade 27 fotos 3 de 27 Autorretrato de Keila Sankofa em cartaz no CCBB — Foto: Keila Sankofa 4 de 27 Obra de Véio em cartaz no Museu do Pontal — Foto: Germana Monte X de 27 Publicidade 5 de 27 Obra de Matheus Ribs em cartaz no Centro Cultural Correios do Rio — Foto: Divulgação/Jaime Acioli 6 de 27 Obra de Tomie Ohtake exibida na Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 7 de 27 Obra de Andrea Facchini na mostra "A arte que nos une" — Foto: Divulgação 8 de 27 Mini-boi Garantido da exposição “Boi-Bumbá de Parintins: do brincar ao futuro”, no Crab — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 9 de 27 Projeções de obras de Portinari expostas na China estão em cartaz no Museu Histórico Nacional — Foto: Divulgação 10 de 27 Tela de Anita Malfatti na mostra "Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio" — Foto: Divulgação/Vicente de Mello X de 27 Publicidade 11 de 27 Obras da mostra "Sobre bugres e totens: a arte de Sotera Sanches e Mariano Neto", no Museu do Folclore — Foto: Francisco Moreira da Costa 12 de 27 Obra do franco-congolês Kouka Ntadi, parte de mostra de arte urbana na Caixa Cultural — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 13 de 27 Fotografia de Isis Medeiros na exposição "Zona de Sacrifício: do ouro ao pó” no CNFCP — Foto: Divulgação 14 de 27 "A montanhosa mulher sonhava", de Yacuã Tuxá, na Caixa Cultural — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 15 de 27 "Embarcações com índios", de Carybé, exposta no Centro Cultural da Justiça Federal — Foto: Divulgação 16 de 27 Obra da mostra "Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR", no Museu de Arte do Rio — Foto: Thales Leite X de 27 Publicidade 17 de 27 Fotografia de Flavia Daudt na exposição 'Ser(tão): imersão no Cerrado' — Foto: Divulgação 18 de 27 Obras de Vik Muniz: detalhe de 'Double Mona Lisa (Peanut butter and jelly)' e 'Liz Taylor', da série 'Retratos de diamante' — Foto: Fotos de divulgação X de 27 Publicidade 19 de 27 Experiência imersiva inspirada no livro 'Gênesis' chega ao Rio em maio — Foto: Divulgação 20 de 27 Obra de Tião, fotógrafo e morador do Morro do Providência, exposta no Museu de Arte do Rio — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 21 de 27 "Espelho para Velázquez", de Waltercio Caldas, exposta na Casa Roberto Marinho — Foto: Divulgação/Sérgio Araújo 22 de 27 Exposição “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, no Museu da Imagem e do Som Copacabana — Foto: Divulgação X de 27 Publicidade 23 de 27 "Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte — Foto: Divulgação/Lucena de Lucena 24 de 27 Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson X de 27 Publicidade 25 de 27 “Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte 26 de 27 Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação X de 27 Publicidade 27 de 27 Obra "Jogo 2", da Série Capoeira em Paleta Alta, de Márcia Falcão, é parte da mostra "Nossa vida bantu", do MAR — Foto: Divulgação/Rafael Salim Museus e centros culturais da cidade têm programação extensa ArtRio. Axia Marina da Glória. Qua, das 13h às 20h. Qui e sex, das 14h às 21h. Sáb e dom, das 14h às 20h. R$ 100. Até 20 de setembro. A partir de quarta (16). Uma das maiores feiras internacionais de arte da América Latina, a ArtRio volta à Axia Marina da Glória a partir de quarta-feira (16) com expositores, área gastronômica e palestras. Mas, antes disso, tem esquenta: principal novidade desta 16ª edição, o programa Onda, dedicado às artes performáticas, leva espetáculos a diferentes espaços a partir deste sábado. No Teatro Municipal Carlos Gomes, o grupo Mexa (SP) apresenta a peça “A última ceia” (sáb e dom, às 18h; R$ 40; livre). Na quarta, a carioca Juliana Frontin leva a performance sonora inédita “Trance Continuum” aos pilotis do Palácio Capanema (qua, às 15h e às 17h; grátis; livre). Mas é na Marina da Glória que estará o agito. Ainda do lado de fora, salta aos olhos o Jardim das Esculturas, com 18 obras de nomes nacionais e internacionais que dialogam com o cenário da Glória, emoldurada por Pão de Açúcar, Baía de Guanabara e Aterro. Também ocupa a área externa a grande obra inflável “Soft power”, de Gabriel Massan. Lá dentro, dois grandes pavilhões, Terra e Mar, reúnem dezenas de galerias. Maior eixo curatorial, o Panorama ocupa as duas áreas com exposições de galerias consolidadas no mercado, dentre elas Anita Schwartz, Nara Roesler e Flexa — esta última com uma obra inédita de Adriana Varejão entre suas peças. "Vaso-plano Maria" (2026), obra inédita de Adriana Varejão, que será exposta pela galeria Flexa durante a ArtRio — Foto: Divulgação/Flexa No pavilhão Mar, estão também exibidores do programa Solo Duo, que reúne projetos inéditos, e do Brasil Contemporâneo, com 12 galerias de 14 estados que ressaltam tradições e técnicas nacionais. Os pavilhões ainda abrigam os eixos Expansão, com obras de instituições que pensam a arte como inclusão social, como Casa Brasil, Museu de Arte do Rio e Museu do Pontal; e a mostra audiovisual MIRA — Terra, fogo, água, ar, com curadoria do MAM-Rio. CasaCor. Rua Araújo Porto Alegre 36, Centro. Ter a dom, das 12h às 20h. R$ 120. Até 8 de novembro. Abertura na terça (15). Assinante O GLOBO tem desconto. Em sua edição de 35 anos, a CasaCor Rio chega ao Centro pela primeira vez, e reinaugura o Edifício Aliança da Bahia, prédio modernista em frente ao Palácio Capanema que acaba de passar por um processo de retrofit. Nos seis andares destinados à mostra, além do térreo e do rooftop, 45 ambientes imaginam diferentes formas de morar, enquanto exposições, intervenções artísticas, gastronomia e espaços de convivência ampliam o programa, que também terá agenda de shows. Edifício Aliança da Bahia: recebe o CasaCor, a partir de 15 de setembro — Foto: Márcia Foletto Principais museus e centros culturais Caixa Cultural — Unidade Passeio. Rua do Passeio 38, Centro. Ter a sáb, das 10h às 20h. Dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis. 'Frequências urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo'. A mostra reúne expoentes da arte urbana, destacando a fusão entre tradição e subversão. Até 20 de setembro. 'Toda árvore tem raiz'. A artista indígena Yacunã Tuxá apresenta sua primeira individual, que reflete sobre memória, identidade, urbanidade e território a partir de símbolos das culturas originárias em pinturas, esculturas, poesias e mais. Até 20 de setembro. "A montanhosa mulher sonhava", de Yacunã Tuxá, na Caixa Cultural — Foto: Divulgação/Yacunã Tuxá Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues. Av. República do Paraguai 230, Centro. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis. A mostra “Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale” reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações das artistas de diferentes gerações, em diálogos que exaltam as aproximações e tensões entre suas obras. Até 15 de novembro. Obra de Tomie Ohtake exibida na Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues — Foto: Divulgação/Nelson Kon Casa Firjan. Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo. Ter a dom, das 9h às 18h30. Grátis. 'O Brasil na Garrafa: cachaça - identidade, cultura e tecnologia'. A mostra explora as dimensões simbólicas, técnicas e industriais da cachaça a partir de obras de arte, depoimentos e mais. Até 4 de outubro. Em “Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea”, 11 artistas apresentam 39 obras com interpretações distintas sobre a passagem do tempo, do cronológico ao mítico. Até 20 de setembro. Exposição "O Brasil na Garrafa: cachaça - identidade, cultura e tecnologia", na Casa Firjan — Foto: Divulgação/Bernardo Cartolano Casa Roberto Marinho. Rua Cosme Velho 1105. Ter a dom, das 12h às 18h. R$ 10. Aos domingos, R$ 10 para grupos de quatro. Grátis às quartas. Assinante O GLOBO tem desconto. Em "o (tempo)", Waltercio Caldas apresenta esculturas, instalações, pinturas, desenhos e objetos feitos entre 1967 e 2025 que exploram a relação entre espaço, tempo e percepção. Até 11 de outubro. "Espelho para Velázquez", de Waltercio Caldas, exposta na Casa Roberto Marinho — Foto: Divulgação/Sérgio Araújo CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg e feriados, das 9h às 20h. Grátis. 'Amazônicas: poéticas femininas'. Com 80 obras de 21 artistas contemporâneas de Pará, Acre e Amazonas, a mostra traça um panorama de sua produção desde 1970. Até 16 de novembro. 'Vik Muniz – A olho nu'. A maior retrospectiva da carreira do paulistano reúne mais de 200 obras, 20 delas inéditas. A seleção vai de esculturas do início de carreira às célebres séries fotográficas que marcaram a popularização do trabalho de Muniz, como "Imagens de sucata", que inspirou a abertura da novela das 21h da TV Globo "Passione" (2010). Até 12 de outubro.'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente. Obras de Vik Muniz: detalhe de 'Double Mona Lisa (Peanut butter and jelly)' e 'Liz Taylor', da série 'Retratos de diamante' — Foto: Fotos de divulgação Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h. Grátis. Festival de Arte do Térreo. Coletiva com curadoria de Paulo Branquinho que reúne esculturas, pinturas e objetos de nomes como Andréa Facchini, Luiz Áquila e Luiz Aquila. Até 17 de outubro. Abertura quinta (10), às 16h.'Reencantar a terra'. Matheus Ribs apresenta obras que articulam cosmologias afro-indígenas e conflitos ambientais. Até 3 de outubro.'Inefável presença'. Reúne trabalhos de nove artistas do Ateliê Oruniyá que retratam a natureza e o cotidiano a partir de um olhar onírico. Até 10 de outubro. 'Matéria familiar'. Explora os processos da artista visual Maria Cherman e de sua neta, a arquiteta Nathalie Ventura. Até 10 de outubro. 'A arte que nos une'. Apresenta obras de 55 artistas contemporâneos do Brasil, da Argentina e de diferentes países da América Latina. Simultaneamente, o Museu Metropolitano de Arte Urbana de Córdoba apresenta outros trabalhos em diálogo. Até 29 de setembro. 'Pedra do osso'. Individual de Anna Paes com obras que propõem um diálogo entre o tempo geológico e a presença humana. Até 26 de setembro. Lã acrílico, algodão cru tingido, papéis e fios de cobre são alguns dos materiais usados por Marilou Winograd nas obras de “Um sonho em noite de insônia”, em que reflete sobre imperfeição e impermanência. Até 26 de setembro. Obra de Andrea Facchini na mostra "A arte que nos une" — Foto: Divulgação/Marcelo Rezende Centro Cultural da Justiça Federal. Av. Rio Branco 241. Ter a dom, das 11h às 19h. Grátis. Trabalhos de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Carybé, Alfredo Volpi e Cândido Portinari estão entre as mais de 200 obras de “Coleção Ingá: Brasil plural”, que chega ao Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, na quarta-feira. Parte do acervo do Museu do Ingá, a seleção reúne pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos XIX e XX. Até 27 de setembro. Museu da Imagem e do Som Copacabana. Av. Atlântica 3.432. Sáb e dom, às 10h e às 14h. Grátis, com retirada de ingressos via Sympla. A primeira exposição temporária do espaço, “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, conta a história da construção do museu, desde a idealização até as obras, que duraram 16 anos e ainda estão em finalização, prevista para este ano. MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças. 'Armadilhas no paraíso'. Tainan Cabral transforma experiências do cotidiano em pinturas, objetos e instalações. Abertura terça (15). 'Beleza valente'. Mais de cem fotografias e vídeos da artista e ativista sul-africana Zanele Muholi, dedicada a documentar a comunidade negra LGBTQIAPN+ há mais de 20 anos, estão reunidos na mostra. A curadoria é de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio. Até 28 de setembro. 'Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR'. Mais de 20 pinturas produzidas pelo povo Huni Kuin, um dos guardiões das tradições da Amazônia brasileira, estão reunidas na exposição, cujo título faz referência à ayahuasca, bebida associada a práticas ancestrais de cura e conexão espiritual, e que é conhecida como Nixi Pãe, algo como “cipó encantado” ou “cipó da força”. Até fevereiro.'Tião: um fotógrafo da Providência'. A mostra reúne mais de 270 obras de Sebastião Pires de Oliveira (1943-2015), fotógrafo e morador do Morro da Providência que registrou, entre as décadas de 1960 e 1980, o cotidiano da comunidade e as transformações da cidade do Rio. Além do MAR, parte da mostra ocupa o Teleférico da Providência. Até 29 de novembro. 'Sortilégios de desvio'. A paulistana No Martins apresenta obras que articulam cenas do cotidiano com espiritualidade e relações afetivas da negritude brasileira. Até 20 de setembro. 'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até 27 de setembro. Obra da mostra "Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR", no Museu de Arte do Rio — Foto: Thales Leite Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. Dia 5 de julho, até as 15h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10. 'Síntese – Arte e tecnologia na Coleção Itaú'. A mostra reflete sobre o futuro a partir da relação entre humanidade, tecnologia e meio ambiente a partir de instalações interativas e mais. Até 29 de setembro.'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Recentemente, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente. Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom e feriados, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos). A mostra de longa duração “Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio”, que reúne obras de 170 artistas, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Guignard, que percorrem as várias fases da arte brasileira desde o início do modernismo no século XX. A Taça Jules Rimet — dada ao Brasil na conquista do tricampeonato mundial, em 1970, e roubada da sede da CBF em 1983 — é inspiração para o artista mineiro Froiid, que apresenta a instalação inédita “O caneco é nosso”, feita com 999 réplicas em gesso do emblemático troféu. Aterro do Flamengo. Até 20 de setembro. Tela de Anita Malfatti na mostra "Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio" — Foto: Divulgação/Vicente de Mello Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Qua a dom, das 10h às 17h. Até 11 de outubro. Na “Sala Petrobras — Janela para Pequim: Portinari na China”, projeções e objetos que apresentam algumas das 56 obras do artista em cartaz no Museu Nacional da China, na primeira individual de um brasileiro no espaço. Até 11 de outubro.Em “Sabores da tradição: história da alimentação na China antiga”, 120 objetos do acervo do Museu Nacional da China mostram a relação dos chineses e sua cultura alimentar desde a pré-histórica agrícola até o fim da dinastia Qing, em 1911, quando se encerra a China imperial. Até 11 de outubro. Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária. 'Véio — A escuta do sertão'. Com mais de 300 obras, a mosrta traça um panorama de 60 anos de produção de Cícero Alves dos Santos, premiado escultor sergipano. Dentre as obras, estão peças figurativas sobre o sertão e abstratas que usam troncos e galhos. Até março. 'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte.'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó. 'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício.‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração. Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson Museu Nacional da UFRJ .Palácio de São Cristóvão, Quinta da Boa Vista. Ter a dom, das 10h às 16h. Cinzas do incêndio que destruiu o Museu Nacional, em 2018, são matéria-prima para trabalhos que Vik Muniz exibe em “Rescaldo das memórias”, que foi montada na Sala das Vigas, onde começou o fogo no palacete da Quinta da Boa Vista. Batizada de “Museu de Cinzas”, a série reúne 11 fotos e nove esculturas inspiradas em peças do acervo do museu, como artefatos indígenas e espécimes da fauna pré-histórica brasileira. Dois trabalhos da série estão em exibição na retrospectiva do artista em cartaz no CCBB Rio. Até 25 de outubro. Cinzas do incêndio do Museu Nacional reproduzem peças da instituição, por Vik Muniz — Foto: Divulgação Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco 199, Centro. Ter a sáb, das 11h às 17h (última entrada às 16h30). Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis. Na Sala Bernardelli, a mostra “Abolicionistas brasileiras” une obras contemporâneas que revisitam a trajetória de mulheres negras como Maria Firmina dos Reis e Anastácia a obras do acervo do museu. Até dezembro. Abertura quarta (16). Outros espaços expositivos Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Fechado dia 7 de setembro. Grátis. 'Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva'. A mostra exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro. Longa duração. Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2.480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis. A mostra “Hipertelia – Marés de Mudanças” une peças da coleção do museu a obras de nomes como Antônio Obá e Andréa Hygino para refletir sobre como objetos, obras e espaços mudam de função ao longo do tempo. Até 13 de dezembro. Abertura sábado (12). Casa Pacheco Leão. Parque Jardim Botânico. Qui a ter, das 10h às 17h. Grátis. Em “O tempo das plantas”, mais de 200 itens, entre obras de arte, documentos, ilustrações botânicas, objetos científicos e fotos abordam as conexões históricas entre África, Ásia e Brasil a partir do chá e do café. Até junho. Centro Cultural da PGE-RJ. Rua Primeiro de Março s/nº, Praça Quinze. Ter a sáb, das 10h às 18h. Grátis. A coletiva “Só um minuto?” reúne obras de nomes como Lenora de Barros, Anna Maria Maiolino e Manuela Navas que refletem sobre a percepção da passagem do tempo a partir da natureza, da memória e da filosofia. Até 31 de outubro. Centro Cultural do Ministério da Saúde. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Recentemente reinaugurado, o espaço apresenta a mostra “Vida reinventada: a pandemia de Covid-19 e a transformação do futuro”, com fotos, vídeos, documentos e depoimentos. Até abril. Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte. Praça da República 26, Centro. Seg a sex, das 10h às 16h. Marcando as comemorações pelos 50 anos da Funarte, o novo espaço, que ocupa a antiga Casa da Moeda, inaugura com a exposição “Ocupação Grande Othelo”, que celebra vida e obra do artista (1915-1933), a partir de 160 itens. Até 30 de setembro. “Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis. Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração. Centro Cultural Memorial Getúlio Vargas. Praça Luís de Camões, Glória. Qua a dom, das 10h às 15h. Grátis. Na coletiva “Corpo: onde a memória e os processos se inscrevem”, 68 artistas usam diferentes plataformas para tratar do corpo como espaço simbólico em que residem histórias, afetos, ancestralidades e identidades. Até 1º de novembro. Abertura sábado (12), às 14h. Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis. Em “Zona de sacrifício: do ouro ao pó”, a fotógrafa mineira Isis Medeiros retrata o cotidiano do Vale do Jequitinhonha (MG), onde a exploração do lítio afeta o ecossistema e as comunidades locais. Até 2 de novembro. Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração. Fotografia de Isis Medeiros na exposição "Zona de Sacrifício: do ouro ao pó” no CNFCP — Foto: Divulgação/Isis Medeiros Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. A mostra “Boi-Bumbá de Parintins: do brincar ao futuro”, que celebra os artesãos responsáveis pelos visuais da festa folclórica em que disputam os bois Caprichoso e Garantido. Dentre os itens, estão 300 bonecos do Mini Boi, alegorias de mesa, personagens icônicos da festa, esculturas em tamanho real dos Encantados da Floresta e maquetes do processo de criação das alegorias. Até abril. Espaço Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sábado, das 12h às 19h. Grátis. Em “Ygarapé — Caminhos das águas”, estão mais de 20 obras — entre pinturas, instalação sonora e fotos — inspiradas nos igarapés, que atravessam as florestas e conectam ecossistemas e comunidades. Até 30 de novembro. Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Rua Humaitá 163. Qua a sex, das 14h às 22h. Sáb e dom, das 15h às 22h. Grátis. Em “A cor do samba”, Bernardo Magina reúne pinturas, intervenções em pandeiros e outros trabalhos do artista sobre as dimensões política, histórica e afetiva do ritmo. Até 24 de outubro. Abertura sábado (12), das 16h às 20h. FGV Arte. Praia de Botafogo 186. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Grátis. Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América” reúne pinturas, fotos, esculturas, objetos, instalações e artefatos históricos feitos por artistas indígenas da América Latina, a peças de nomes como Ailton Krenak, Claudia Andujar e Mestre Valentim. Até 20 de setembro. "Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte — Foto: Divulgação/Lucena de Lucena Firjan Sesi Centro. Rua Graça Aranha 1, Centro. Seg a sex, das 10h às 18h, exceto feriados. Sáb e dom, das 15h às 17h. Grátis. Celebrando 70 anos de vida e 50 de carreira como saxofonista e compositor, Leo Gandelman apresenta, em “50 x 70 – O olhar além da música”, imagens que produziu enquanto atuou como fotógrafo profissional. Até 30 de novembro. Abertura terça (15), às 18h. Galeria Vão. Av. Presidente Vargas 62, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Mostra de inauguração do espaço no Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ, “Revolução das plantas” é inspirada no best-seller homônimo do neurobiólogo italiano Stefano Mancuso. Na seleção, fotografias, instalações, pinturas e gravuras de oito artistas brasileiros refletem sobre inteligência vegetal, ciência e novas formas de habitar o mundo. Até 10 de outubro. Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Grátis. 'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova. Instituto Cervantes. Rua Visconde de Ouro Preto 62, Botafogo. Seg a sáb, das 10h às 19h. Grátis. Em “Inventário. Os objetos olham para nós”, a fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal registra objetos que remetem ao contexto da Guerra Civil da Espanha. Até 28 de outubro. Memorial às Vítimas do Holocausto. Al. Embaixador Sanchez Gavito 333, Mirante do Pasmado. Qui a dom, das 10h às 18h (última entrada às 17h). Grátis. O espaço conta com um monumento a céu aberto de cerca de 20 metros de altura dividido em blocos que representam os Dez Mandamentos, e uma exposição permanente com conteúdos interativos sobre memórias e relatos de vítimas e sobreviventes. Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis. Celebrando 50 anos, a instituição inaugurou esta semana a exposição “Carmen: Rio remix”, que explora a relação entre a cantora e a Cidade Maravilhosa a partir de acervo histórico, recursos audiovisuais e produções contemporâneas. Exposição "Carmen: Rio Remix" mistura acervo da artista com produções contemporâneas — Foto: Ana Beatriz Mello/FUNARJ Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521, Engenho de Dentro. Ter a sáb, das 10h às 16h. Grátis. A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus, agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração. Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis. 'BioOCAnomia amazônica'. A mostra promove uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. Até 3 de novembro.'Ser (tão): imersão no cerrado'. Fotocolagens, instalações e esculturas de Flavia Daudt, Ana Paula Freitas Valle, Ricardo Siri e outros artistas exaltam o bioma. Até 3 de novembro. Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes. Fotografia de Flavia Daudt na exposição 'Ser(tão): imersão no Cerrado' — Foto: Divulgação/Flavia Daudt Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. R$ 20. 'Guardiãs do samba'. Na individual, Aninha Portal retrata 53 mulheres que marcaram a História do gênero, de Tia Ciata a Elza Soares. 'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”. 'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística. Museu Histórico da Cidade. Estrada de Santa Marinha s/nº, Gávea. Ter a dom, das 9h às 16h. Grátis. Três novas mostras chegam ao espaço: “Jardim atravessado”, com pinturas de Antônio Kuschnir que misturam botânica, cenas cotidianas e figuras mitológicas; “Através das oliveiras”, em que Asmahen Jaloul, aproxima as memórias de sua infância na Baixada Fluminense às memórias da diáspora libanesa a partir de fotos, objetos e mais; e “Vir a existir”, com obras de 40 artistas do ateliê Cedro da Gávea sobre a cidade, seus percursos e afetos. Abertura sábado (12), das 11h às 13h. Ocupação Iboru. Rua Sete de Setembro 43, Centro. Qua a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis. A exposição de Marcelo D2 e Luiza Machado mostra os caminhos do "Manual Prático do Novo Samba Tradicional". Com fotografias de Gabriel Mota, Pedro Miceli, Wilmore Oliveira e Yasmin Costa, além de imagens de arquivo pessoal e familiar e das pinturas originais de Filipe Nardi. Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio). O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual. Longa duração. Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação Petrobras Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis. A mostra “Nhe’ Se — Desejo de fala” apresenta 30 obras de 13 artistas indígenas que articulam tecnologias ancestrais, arte contemporânea e sustentabilidade. Até 11 de outubro. Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos. Pinakotheke. Rua São Clemente 300, Botafogo. Seg a sex, das 10h às 18h. Sáb, das 10h às 16h. Grátis. A mostra “Revolta em preto e branco” revisita o Salão Preto e Branco, realizado no Palácio Capanema em 1954, a partir de 61 obras de 50 artistas, dentre eles oito que participaram do evento histórico. Em “XXXV – Silviano Santiago por Hélio Oiticica”, obras do artista plástico e do Grupo Frente detalham o processo criativo do livro – que Oiticica deixou inacabado e acaba de ser publicado pela Pinakotheke – sobre o poeta Silviano Santiago. Até 21 de novembro. A partir de sexta (11). Obra de Alfredo Volpi na mostra “Revolta em preto e branco”, na Pinakotheke — Foto: Divulgação/Jaime Acioli Polo ItaliaNoRio. Av. Presidente Antônio Carlos 40, Centro. Seg a sex, das 8h às 17h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis. Na mostra “Pintura italiana hoje. Uma nova cena” estão trabalhos de 27 pintores italianos nascidos entre 1990 e os anos 2000. Até 26 de setembro. Projeto Maravilha. Aterro do Flamengo, próximo ao restaurante Assador. Grátis. Em celebração pelos 60 anos do Aterro, a escultura “Parênteses”, de Carlos Vergara, já exposta no Parque Bondinho, passa a ocupar o local. Com três metros de altura, a obra feita em aço apresenta dois sinais de pontuação. Longa duração. Inauguração domingo (13), às 11h, com participação do bloco Cacique de Ramos. Sesc Madureira. Rua Ewbank da Câmara 90. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 10h às 16h. Grátis. A mostra "Litografia e serigrafia: arte, técnica e memória" aborda os bastidores dos processos de criação de gravuras para celebrar os 60 anos de atuação do mestre impressor Guilherme Rodrigues, que trabalhou com grandes nomes da arte brasileira. Na seleção, máquinas, pedras litográficas, telas serigráficas, provas de impressão, livros de arte, álbuns e obras de nomes como Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, e Roberto Burle Marx. Até 25 de outubro. Solar. Mercado Central. Rua do Senado 48, Centro. Qua a sáb, das 10h às 18h . Grátis. O instinto libertário e transgressor de Ney Matogrosso é o fio condutor da exposição “Eu prefiro ser”, que reúne obras de mais de 40 artistas, entre peças históricas e outras comissionadas. O mote central, tendo como gancho os 85 anos que o artista completa em agosto, é tratar do seu impacto na cultura brasileira para além da música. Entre os artistas, estão José Leonilson, Manauara Clandestina, Marcos Chaves e Keith Haring. Até 17 de outubro. Filme "Homem Ave", de Rafael Saar, é um dos destaques da exposição coletiva "Eu prefiro ser", no Solar — Foto: Divulgação Solar Grandjean de Montigny. PUC-Rio. Seg a sex, das 10h às 17h, exceto feriados. Grátis. Abrindo a programação da Art Cut’26 – Trienal de Arte das Universidades Católicas, a mostra “Respiração” propõe uma reflexão sobre a empatia a partir de obras de nomes como Anna Maria Maiolino, Arthur Jafa, João Modé e outros. Até 15 de novembro. EXTRA ‘Eonarium Genesis’. Basílica Imaculada Conceição, Botafogo. Qui a dom, das 19h30 às 22h15, com última entrada às 21h45. A partir de R$ 75 (entrada social, com assento comum). Inspirada no livro bíblico do Antigo Testamento, a experiência imersiva apresenta, por meio de projeções e video mapping, a história da criação do mundo. Até o final de agosto, as apresentações dos finais de semana serão musicadas ao vivo por um quarteto de cordas. Até domingo (13). ‘Jobim-açu’. Orla Prefeito Luiz Paulo Conde. Diariamente, das 10h às 17h. Grátis. Chega ao Centro quarta (16) a exposição imersiva itinerante que celebra o centenário de Tom Jobim (1927-1994) a partir da relação do artista com a Mata Atlântica, fonte de inspiração para várias de suas obras. Até 20 de setembro. Exposição itinerante "Jobim-açu", que celebra o legado de Tom Jobim e sua relação com a natureza — Foto: Paulo Freitas ‘Klimt e Gaudí: o impossível existe’. Shopping Rio Design Barra. Av. das Américas 7.777, Barra. Ter a sáb, das 10h às 22h (última entrada às 21h). Dom e feriados, das 12h às 21h (última entrada às 20h). De R$ 90 (ter a sex) a R$ 130 (sáb, dom e feriados). Assinantes O GLOBO têm desconto. A experiência reúne as mostras "Gustav Klimt, ouro em movimento" e "Gaudí, o arquiteto do imaginário". Em paredões de 7 metros de altura, o espetáculo de luzes conduz a uma viagem pelas pinturas de Klimt e pelas fachadas de Gaudí. ‘Titanic Experience’. Via Parque Shopping, Barra. Ter a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 21h. Dom, das 12h às 20h. De ter a sex: R$ 70. Sáb, dom e feriados: R$ 90. A exposição imersiva tem oito salas temáticas que reproduzem ambientes do navio, com réplicas em tamanho real de itens como a ponta da proa, e recursos tecnológicos que permitem interagir com o Capitão Smith, simular um mergulho até os destroços e se transformar em tripulante ou hóspede. Até 18 de outubro.