Uma mostra com obras de Tomie Ohtake no Teatro Nelson Rodrigues; projeções de obras de Portinari exibidas na China no Museu Histórico Nacional; a retrospectiva de Vik Muniz no CCBB, e a indivual de Waltercio Caldas na Casa Roberto Marinho estão entre os destaques da programação de museus e centros culturais cariocas. Abaixo, confira as principais exposições em cartaz no Rio de Janeiro. Veja fotos das exposições em cartaz no Rio 1 de 28 Obra de Tomie Ohtake exibida na Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues — Foto: Divulgação 2 de 28 Obra de Andrea Facchini na mostra "A arte que nos une" — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 28 fotos 3 de 28 Mini-boi Garantido da exposição “Boi-Bumbá de Parintins: do brincar ao futuro”, no Crab — Foto: Divulgação 4 de 28 Projeções de obras de Portinari expostas na China estão em cartaz no Museu Histórico Nacional — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 5 de 28 Tela de Anita Malfatti na mostra "Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio" — Foto: Divulgação/Vicente de Mello 6 de 28 Obra de Renata Felinto, da série "Re-existindo" — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 7 de 28 Obras da mostra "Sobre bugres e totens: a arte de Sotera Sanches e Mariano Neto", no Museu do Folclore — Foto: Francisco Moreira da Costa 8 de 28 Obra do franco-congolês Kouka Ntadi, parte de mostra de arte urbana na Caixa Cultural — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 9 de 28 Fotografia de Isis Medeiros na exposição "Zona de Sacrifício: do ouro ao pó” no CNFCP — Foto: Divulgação 10 de 28 "A montanhosa mulher sonhava", de Yacuã Tuxá, na Caixa Cultural — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 11 de 28 "A floresta do livre arbítrio", de Daniel Senise, no Paço Imperial — Foto: Pat Kilgore 12 de 28 "Embarcações com índios", de Carybé, exposta no Centro Cultural da Justiça Federal — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 13 de 28 Obra da mostra "Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR", no Museu de Arte do Rio — Foto: Thales Leite 14 de 28 Fotografia de Flavia Daudt na exposição 'Ser(tão): imersão no Cerrado' — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 15 de 28 Obras de Vik Muniz: detalhe de 'Double Mona Lisa (Peanut butter and jelly)' e 'Liz Taylor', da série 'Retratos de diamante' — Foto: Fotos de divulgação 16 de 28 Experiência imersiva inspirada no livro 'Gênesis' chega ao Rio em maio — Foto: Divulgação X de 28 Publicidade 17 de 28 Obra de Tião, fotógrafo e morador do Morro do Providência, exposta no Museu de Arte do Rio — Foto: Divulgação 18 de 28 "Espelho para Velázquez", de Waltercio Caldas, exposta na Casa Roberto Marinho — Foto: Divulgação/Sérgio Araújo X de 28 Publicidade 19 de 28 Exposição “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, no Museu da Imagem e do Som Copacabana — Foto: Divulgação 20 de 28 "Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte — Foto: Divulgação/Lucena de Lucena X de 28 Publicidade 21 de 28 Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson 22 de 28 “Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte X de 28 Publicidade 23 de 28 Obra de No Martins exposta no MAR — Foto: Divulgação 24 de 28 Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação X de 28 Publicidade 25 de 28 Fotografia do canjerê dos Pretos Velhos na Jurema Sagrada de Pernambuco no Museu do Folclore — Foto: Wenny Mirielle Batista Misael (Uenni) 26 de 28 Carmen Portinho no MAM Rio em 1961 — Foto: Agência O Globo X de 28 Publicidade 27 de 28 Acessório usado por Carmen Miranda no filme 'Copacabana' (1947) — Foto: Divulgação 28 de 28 Obra "Jogo 2", da Série Capoeira em Paleta Alta, de Márcia Falcão, é parte da mostra "Nossa vida bantu", do MAR — Foto: Divulgação/Rafael Salim X de 28 Publicidade Museus e centros culturais da cidade têm programação extensa Principais museus e centros culturais Caixa Cultural — Unidade Passeio. Rua do Passeio 38, Centro. Ter a sáb, das 10h às 20h. Dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis. 'Frequências urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo'. A mostra reúne expoentes da arte urbana, destacando a fusão entre tradição e subversão. Até 20 de setembro. 'Toda árvore tem raiz'. A artista indígena Yacunã Tuxá apresenta sua primeira individual, que reflete sobre memória, identidade, urbanidade e território a partir de símbolos das culturas originárias em pinturas, esculturas, poesias e mais. Até 20 de setembro. "A montanhosa mulher sonhava", de Yacuã Tuxá, na Caixa Cultural — Foto: Divulgação Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues. Av. República do Paraguai 230, Centro. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis. A mostra “Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale” reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações das artistas de diferentes gerações, em diálogos que exaltam as aproximações e tensões entre suas obras. Até 15 de novembro. Obra de Tomie Ohtake exibida na Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues — Foto: Divulgação/Nelson Kon Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis. Em “Tormenta”, Thomaz Velho apresenta 11 obras de grande escala, em que usa técnicas em acrílico, desenho e pintura, para investigar a relação entre cor e forma. Até 6 de setembro. Abertura quinta (13). Casa Firjan. Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo. Ter a dom, das 9h às 18h30. Grátis. 'O Brasil na Garrafa: cachaça - identidade, cultura e tecnologia'. A mostra explora as dimensões simbólicas, técnicas e industriais da cachaça a partir de obras de arte, depoimentos e mais. Até 4 de outubro. Em “Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea”, 11 artistas apresentam 39 obras com interpretações distintas sobre a passagem do tempo, do cronológico ao mítico. Até 20 de setembro. Exposição "O Brasil na Garrafa: cachaça - identidade, cultura e tecnologia", na Casa Firjan — Foto: Divulgação/Bernardo Cartolano Casa Roberto Marinho. Rua Cosme Velho 1105. Ter a dom, das 12h às 18h. R$ 10. Aos domingos, R$ 10 para grupos de quatro. Grátis às quartas. Assinante O GLOBO tem desconto. Em "o (tempo)", Waltercio Caldas apresenta esculturas, instalações, pinturas, desenhos e objetos feitos entre 1967 e 2025 que exploram a relação entre espaço, tempo e percepção. Até 27 de setembro. "Espelho para Velázquez", de Waltercio Caldas, exposta na Casa Roberto Marinho — Foto: Divulgação/Sérgio Araújo CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg, das 9h às 20h. Grátis. 'Vik Muniz – A olho nu'. A maior retrospectiva da carreira do paulistano reúne mais de 200 obras, 20 delas inéditas. A seleção vai de esculturas do início de carreira às célebres séries fotográficas que marcaram a popularização do trabalho de Muniz, como "Imagens de sucata", que inspirou a abertura da novela das 21h da TV Globo "Passione" (2010). Até 12 de outubro.'Integra: a cultura de um povo, o desenvolvimento de um país'. A mostra interativa usa realidade virtual, projeções e vídeos para abordar desenvolvimento sustentável e os impactos da tecnologia na sociedade. Até segunda (17). 'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente. Obras de Vik Muniz: detalhe de 'Double Mona Lisa (Peanut butter and jelly)' e 'Liz Taylor', da série 'Retratos de diamante' — Foto: Fotos de divulgação Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h. Grátis. A mostra “A arte que nos une” apresenta obras em diferentes suportes feitas por 55 artistas contemporâneos do Brasil, da Argentina e de diferentes países da América Latina. Simultaneamente, o Museu Metropolitano de Arte Urbana de Córdoba apresenta outros trabalhos em diálogo. Até 29 de setembro. Abertura sábado (15), às 16h.Lã acrílico, algodão cru tingido, papéis e fios de cobre são alguns dos materiais usados por Marilou Winograd nas obras de “Um sonho em noite de insônia”, em que reflete sobre imperfeição e impermanência. Até 26 de setembro. Cerca de 150 fotografias, documentos, reproduções cenográficas, instalações interativas e ambientes sensoriais compõem a mostra “Roberto Burle Marx pelos amigos”, que tem curadoria de Luiz Benyosef. Mais do que a faceta paisagista que consagrou o artista, a exposição foca em sua trajetória pessoal a partir de pessoas próximas. Até 22 de agosto. Obra de Andrea Facchini na mostra "A arte que nos une" — Foto: Divulgação/Marcelo Rezende Centro Cultural da Justiça Federal. Av. Rio Branco 241. Ter a dom, das 11h às 19h. Grátis. Trabalhos de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Carybé, Alfredo Volpi e Cândido Portinari estão entre as mais de 200 obras de “Coleção Ingá: Brasil plural”, que chega ao Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, na quarta-feira. Parte do acervo do Museu do Ingá, a seleção reúne pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos XIX e XX. Até 27 de setembro. Museu da Imagem e do Som Copacabana. Av. Atlântica 3.432. Sáb e dom, às 10h e às 14h. Grátis, com retirada de ingressos via Sympla. A primeira exposição temporária do espaço, “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, conta a história da construção do museu, desde a idealização até as obras, que duraram 16 anos e ainda estão em finalização, prevista para este ano. MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças. 'Beleza valente'. Mais de cem fotografias e vídeos da artista e ativista sul-africana Zanele Muholi, dedicada a documentar a comunidade negra LGBTQIAPN+ há mais de 20 anos, estão reunidos na mostra. A curadoria é de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio. Até 28 de setembro. 'Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR'. Mais de 20 pinturas produzidas pelo povo Huni Kuin, um dos guardiões das tradições da Amazônia brasileira, estão reunidas na exposição, cujo título faz referência à ayahuasca, bebida associada a práticas ancestrais de cura e conexão espiritual, e que é conhecida como Nixi Pãe, algo como “cipó encantado” ou “cipó da força”. Até fevereiro.'Tião: um fotógrafo da Providência'. A mostra reúne mais de 270 obras de Sebastião Pires de Oliveira (1943-2015), fotógrafo e morador do Morro da Providência que registrou, entre as décadas de 1960 e 1980, o cotidiano da comunidade e as transformações da cidade do Rio. Além do MAR, parte da mostra ocupa o Teleférico da Providência. Até 29 de novembro. 'Sortilégios de desvio'. A paulistana No Martins apresenta obras que articulam cenas do cotidiano com espiritualidade e relações afetivas da negritude brasileira. Até 20 de setembro. 'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até 27 de setembro. Obra da mostra "Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR", no Museu de Arte do Rio — Foto: Thales Leite Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. Dia 5 de julho, até as 15h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10. 'Síntese – Arte e tecnologia na Coleção Itaú'. A mostra reflete sobre o futuro a partir da relação entre humanidade, tecnologia e meio ambiente a partir de instalações interativas e mais. Até 29 de setembro.'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Recentemente, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente. Museu de Arte Contemporânea (MAC). Mirante da Boa Viagem s/nº, Niterói. Ter a dom, das 10h às 18h. R$ 16. Grátis às quartas. Em “Mistério das coisas vivas”, estão reunidas obras de artistas residentes do Instituto Meca, que investigam diferentes expressões da espiritualidade contemporânea. Até 23 de agosto. Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom e feriados, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos). A mostra de longa duração “Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio”, que reúne obras de 170 artistas, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Guignard, que percorrem as várias fases da arte brasileira desde o início do modernismo no século XX. 'Carmen Portinho: modernidade em construção'. A retrospectiva apresenta mais de 300 itens que revelam ideias e processos de trabalho da engenheira, urbanista e militante feminista. Até 23 de agosto.A Taça Jules Rimet — dada ao Brasil na conquista do tricampeonato mundial, em 1970, e roubada da sede da CBF em 1983 — é inspiração para o artista mineiro Froiid, que apresenta a instalação inédita “O caneco é nosso”, feita com 999 réplicas em gesso do emblemático troféu. Aterro do Flamengo. Até 20 de setembro. Tela de Anita Malfatti na mostra "Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio" — Foto: Divulgação/Vicente de Mello Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Qua a dom, das 10h às 17h. Até 11 de outubro. Na “Sala Petrobras — Janela para Pequim: Portinari na China”, projeções e objetos que apresentam algumas das 56 obras do artista em cartaz no Museu Nacional da China, na primeira individual de um brasileiro no espaço. Até 11 de outubro.Em “Sabores da tradição: história da alimentação na China antiga”, 120 objetos do acervo do Museu Nacional da China mostram a relação dos chineses e sua cultura alimentar desde a pré-histórica agrícola até o fim da dinastia Qing, em 1911, quando se encerra a China imperial. Até 11 de outubro. Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária. 'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte.'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó. Até março de 2027.'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício.‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração. Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson Museu Nacional de Belas Artes. Av. Rio Branco 199, Centro. Seg a sex, das 13h às 17h, com última entrada às 16h30. Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis. Na Sala Bernardelli, está a exposição “Histórias que a arte conta”, com dez obras dos séculos XIX e XX, de nomes como Pedro Américo, José Maria de Medeiros e Chaves Pinheiro, além de “Antínoo”, peça arqueológica datada dos séculos II–III d.C. Até 28 de agosto. Museu Nacional da UFRJ .Palácio de São Cristóvão, Quinta da Boa Vista. Ter a dom, das 10h às 16h. Cinzas do incêndio que destruiu o Museu Nacional, em 2018, são matéria-prima para trabalhos que Vik Muniz exibe em “Rescaldo das memórias”, que foi montada na Sala das Vigas, onde começou o fogo no palacete da Quinta da Boa Vista. Batizada de “Museu de Cinzas”, a série reúne 11 fotos e nove esculturas inspiradas em peças do acervo do museu, como artefatos indígenas e espécimes da fauna pré-histórica brasileira. Dois trabalhos da série estão em exibição na retrospectiva do artista em cartaz no CCBB Rio. Até 30 de agosto. Paço Imperial. Praça Quinze, Centro. Ter a dom, das 12h às 18h. Grátis. Destaque do novo ciclo expositivo do Paço Imperial, o artista Daniel Senise retorna ao espaço após mais de três décadas com a individual “Os dois lados da janela”. Com cerca de 60 obras que ocupam todo o primeiro andar, a mostra passeia por trabalhos dos últimos 26 anos do carioca, intercalando inéditas e séries consagradas, como “Museus e galerias”, “Prodrome” e “Biógrafo”, mostrada em conjunto pela primeira vez. Já em “Micélio: entre o fim e o começo de tudo”, Kyria Oliveira apresenta esculturas inspiradas pelos micélios, rede subterrânea formada por fungos que conecta diferentes organismos. Outras novidades são as coletivas “Nordeste expandido: estratégias de (ré)existir”, em que artistas da região discutem pertencimento, ancestralidade e deslocamentos; e “Ecologias do corpo”, com obras de 13 artistas contemporâneos que, inspirados por narrativas mitológicas. Até 6 de setembro. "A floresta do livre arbítrio", de Daniel Senise, no Paço Imperial — Foto: Pat Kilgore Outros espaços expositivos Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Grátis. 'Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva'. A mostra exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro. Longa duração. Biblioteca Parque. Av. Presidente Vargas 1261, Centro. Seg a sex, das 10h às 17h. Grátis. Na mostra "Clóvis: o rosto detrás da máscara", indumentárias completas e originais de mais de 11 turmas de bate-bolas que desfilaram no Rio em 2026 celebram a tradição carnavalesca. Até 21 de agosto. Turma Mercenários de Realengo — Foto: Ramon Vellasco Casa de Cultura Laura Alvim. Av. Vieira Souto 176, Ipanema. Ter a dom, das 13h às 19h. Grátis. A individual “Desconstrutivo”, de Antonio Bokel, reúne pinturas, esculturas, obras sobre papel e trabalhos manipuláveis produzidos entre 2025 e 2026, e marcados por uma geometria atravessada por cortes e deslocamentos. Curadoria de Daniela Avellar. Até domingo (16). Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2.480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis. A mostra “Nossa América” aproxima obras contemporâneas latino-americanas do acervo de arte andina da instituição. Com curadoria de Camilla Rocha Campos e Claudia Jaguaribe, a mostra reúne cerâmicas, fotos, grafismos e trabalhos de artistas e coletivos de diferentes povos e territórios das Américas. Até 6 de setembro. Casa Pacheco Leão. Parque Jardim Botânico. Qui a ter, das 10h às 17h. Grátis. Em “O tempo das plantas”, mais de 200 itens, entre obras de arte, documentos, ilustrações botânicas, objetos científicos e fotos abordam as conexões históricas entre África, Ásia e Brasil a partir do chá e do café. Até junho. Centro Cultural da PGE-RJ. Rua Primeiro de Março s/nº, Praça Quinze. Ter a sáb, das 10h às 18h. Grátis. A coletiva “Só um minuto?” reúne obras de nomes como Lenora de Barros, Anna Maria Maiolino e Manuela Navas que refletem sobre a percepção da passagem do tempo a partir da natureza, da memória e da filosofia. Até 31 de outubro. Centro Cultural do Ministério da Saúde. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Recentemente reinaugurado, o espaço apresenta a mostra “Vida reinventada: a pandemia de Covid-19 e a transformação do futuro”, com fotos, vídeos, documentos e depoimentos. Até abril. Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte. Praça da República 26, Centro. Seg a sex, das 10h às 16h. Marcando as comemorações pelos 50 anos da Funarte, o novo espaço, que ocupa a antiga Casa da Moeda, inaugura com a exposição “Ocupação Grande Othelo”, que celebra vida e obra do artista (1915-1933), a partir de 160 itens. Até 30 de setembro. “Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis. Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração. Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Rua Luís de Camões 68, Praça Tiradentes. Seg a sáb, das 10h às 18h. Grátis. Durante um ano, o fotógrafo Rogério Reis madrugou na praia para registrar as diferentes soluções inventadas pelos trabalhadores da orla carioca para realizar seu ofício. O resultado pode ser visto na exposição “Não somos mula”, com 120 fotografias. Até 29 de agosto. Em “Fim como meio”, 27 mulheres refletem sobre os diferentes finais, das separações à morte, em suportes diversos. Até 29 de agosto. Na individual "Futebol arte", 40 obras do artista plástico Augusto Herkenhoff celebram ícones do esporte. Até 22 de agosto. Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis. 'Sobre bugres e totens: a arte de Sotera Sanches e Mariano Neto'. Esculturas entalhadas em madeira de discípulos da gaúcha Conceição Freitas da Silva Antunes (1914-1984), conhecida como Conceição dos Bugres, que originou esta forma de arte. Até 9 de setembro. Em “Zona de sacrifício: do ouro ao pó”, a fotógrafa mineira Isis Medeiros retrata o cotidiano do Vale do Jequitinhonha (MG), onde a exploração do lítio afeta o ecossistema e as comunidades locais. Até 2 de novembro. Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração. Fotografia de Isis Medeiros na exposição "Zona de Sacrifício: do ouro ao pó” no CNFCP — Foto: Divulgação/Isis Medeiros Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. A mostra “Boi-Bumbá de Parintins: do brincar ao futuro”, que celebra os artesãos responsáveis pelos visuais da festa folclórica em que disputam os bois Caprichoso e Garantido. Dentre os itens, estão 300 bonecos do Mini Boi, alegorias de mesa, personagens icônicos da festa, esculturas em tamanho real dos Encantados da Floresta e maquetes do processo de criação das alegorias. Até abril. Espaço Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sábado, das 12h às 19h. Grátis. Em “Ygarapé — Caminhos das águas”, estão mais de 20 obras — entre pinturas, instalação sonora e fotos — inspiradas nos igarapés, que atravessam as florestas e conectam ecossistemas e comunidades. Até 30 de novembro. FGV Arte. Praia de Botafogo 186. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Grátis. Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América” reúne pinturas, fotos, esculturas, objetos, instalações e artefatos históricos feitos por artistas indígenas da América Latina, a peças de nomes como Ailton Krenak, Claudia Andujar e Mestre Valentim. Até 20 de setembro. "Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte — Foto: Divulgação/Lucena de Lucena Galeria Vão. Av. Presidente Vargas 62, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Mostra de inauguração do espaço no Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ, “Revolução das plantas” é inspirada no best-seller homônimo do neurobiólogo italiano Stefano Mancuso. Na seleção, fotografias, instalações, pinturas e gravuras de oito artistas brasileiros refletem sobre inteligência vegetal, ciência e novas formas de habitar o mundo. Até 10 de outubro. Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Grátis. 'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova. Memorial às Vítimas do Holocausto. Al. Embaixador Sanchez Gavito 333, Mirante do Pasmado. Qui a dom, das 10h às 18h (última entrada às 17h). Grátis. O espaço conta com um monumento a céu aberto de cerca de 20 metros de altura dividido em blocos que representam os Dez Mandamentos, e uma exposição permanente com conteúdos interativos sobre memórias e relatos de vítimas e sobreviventes. Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis. Celebrando dois anos de reabertura, o espaço relembra a atriz e cantora (1909-1955) em seus 70 anos de morte com a mostra “Carmen: luz e ação”, que passeia por sua vida e carreira. Dentre os destaques do acervo, está o conjunto canutilho utilizado no filme Copacabana (1947). Exposição de longa duração. Museu Histórico da Cidade. Estrada Santa Marinha s/nº, Gávea. Ter a dom, das 9h às 16h. Grátis. "Pro-polis”. Mel, cera de abelha, própolis e pigmentos de flores servem de matéria-prima para cerca de 20 pinturas e esculturas do artista Ricardo Siri. Entre os trabalhos, há homenagem ao pintor Piet Mondrian (1872 – 1944), em “Meldrian”. A tecnologia entra em cena em obras com QR-codes (feitos também com folhas de cera de abelha), que levam a imagens do interior de colmeias. Curadoria de Fernanda Lopes. Até 22 de agosto. Vitória Taborda reúne em “Estranhamento” cerca de 200 obras criadas a partir de folhas secas, sementes, insetos e outros elementos naturais, para refletir sobre percepção, tempo e atenção. Até 22 de agosto. Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab). Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis. Na Galeria Berê, a exposição “Cartografias das reexistências” pinturas, fotografias, fotomontagens e um vídeo de Renata Felinto que retratam mulheres negras a partir da ancestralidade, do desejo, do afeto e da fabulação. Até 5 de setembro. Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521, Engenho de Dentro. Ter a sáb, das 10h às 16h. Grátis. A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus, agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração. Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis. 'BioOCAnomia amazônica'. A mostra promove uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. Até 3 de novembro.'Ser (tão): imersão no cerrado'. Fotocolagens, instalações e esculturas de Flavia Daudt, Ana Paula Freitas Valle, Ricardo Siri e outros artistas exaltam o bioma. Até 3 de novembro. Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes. Fotografia de Flavia Daudt na exposição 'Ser(tão): imersão no Cerrado' — Foto: Divulgação/Flavia Daudt Museu da República. Rua do Catete 153. Ter a dom, das 11h às 17h. Grátis. Com curadoria de Isabel Portella, “O jardim da memória”, de Rodrigo Borges, ocupa a Galeria do Lago com um painel de grande proporção criado a partir de desenhos e textos, além de 24 estudos preparatórios em grafite. A mostra acompanha a jornada de uma criança em busca de uma lembrança esquecida, refletindo sobre memória, legado e passagem do tempo. Até 6 de setembro. Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. R$ 20. 'Guardiãs do samba'. Na individual, Aninha Portal retrata 53 mulheres que marcaram a História do gênero, de Tia Ciata a Elza Soares. 'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”. 'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística. Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio). O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual. Longa duração. Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação Petrobras Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis. 'Papo reto'. A mostra reúne instalações, pinturas, fotografias, impressões 3D e vídeos feitos por artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, no Morro do Santo Amaro, que exploram temas como identidade, vida em comunidade, criatividade, memória e futuro. Até 16 de agosto. Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos. Ocupação Iboru. Rua Sete de Setembro 43, Centro. Qua a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis. A exposição de Marcelo D2 e Luiza Machado mostra os caminhos do "Manual Prático do Novo Samba Tradicional". Com fotografias de Gabriel Mota, Pedro Miceli, Wilmore Oliveira e Yasmin Costa, além de imagens de arquivo pessoal e familiar e das pinturas originais de Filipe Nardi. Parque Glória Maria. Rua Murtinho Nobre 169, Santa Teresa. Qua a seg, das 9h às 18h. Dia 5 de julho, até as 15h. Grátis. Pinturas, fotos e instalações de 67 artistas estão reunidas na coletiva “Pausa cotidiana”, que busca mostrar a importância de desacelerar o ritmo da vida contemporânea. Até 24 de agosto. Polo ItaliaNoRio. Av. Presidente Antônio Carlos 40, Centro. Seg a sex, das 8h às 17h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis. Na mostra “Pintura italiana hoje. Uma nova cena” estão trabalhos de 27 pintores italianos nascidos entre 1990 e os anos 2000. Até 26 de setembro. Sesc Madureira. Rua Ewbank da Câmara 90. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 10h às 16h. Grátis. A mostra "Litografia e serigrafia: arte, técnica e memória" aborda os bastidores dos processos de criação de gravuras para celebrar os 60 anos de atuação do mestre impressor Guilherme Rodrigues, que trabalhou com grandes nomes da arte brasileira. Na seleção, máquinas, pedras litográficas, telas serigráficas, provas de impressão, livros de arte, álbuns e obras de nomes como Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, e Roberto Burle Marx. Até 25 de outubro. Solar. Mercado Central. Rua do Senado 48, Centro. Qua a sáb, das 10h às 18h . Grátis. O instinto libertário e transgressor de Ney Matogrosso é o fio condutor da exposição “Eu prefiro ser”, que reúne obras de mais de 40 artistas, entre peças históricas e outras comissionadas. O mote central, tendo como gancho os 85 anos que o artista completa em agosto, é tratar do seu impacto na cultura brasileira para além da música. Entre os artistas, estão José Leonilson, Manauara Clandestina, Marcos Chaves e Keith Haring. Até 17 de outubro. Tropigalpão. Rua Benjamin Constant 118, Glória. Qua a sáb, das 11h as 18h. Grátis. Em "Demons in fragile bodies", estão em diálogo pinturas do holandês Gerben Mulder e da carioca Andy Villela, que transitam entre o figurativo e o onírico. Até 7 de setembro. Abertura quinta (13), às 17h. EXTRA ‘Eonarium Genesis’. Basílica Imaculada Conceição, Botafogo. Qui a dom, das 19h30 às 22h15, com última entrada às 21h45. A partir de R$ 75 (entrada social, com assento comum). Inspirada no livro bíblico do Antigo Testamento, a experiência imersiva apresenta, por meio de projeções e video mapping, a história da criação do mundo. Até o final de agosto, as apresentações dos finais de semana serão musicadas ao vivo por um quarteto de cordas. Até 30 de agosto. ‘Klimt e Gaudí: o impossível existe’. Shopping Rio Design Barra. Av. das Américas 7.777, Barra. Ter a sáb, das 10h às 22h (última entrada às 21h). Dom e feriados, das 12h às 21h (última entrada às 20h). De R$ 90 (ter a sex) a R$ 130 (sáb, dom e feriados). Assinantes O GLOBO têm desconto. A experiência reúne as mostras "Gustav Klimt, ouro em movimento" e "Gaudí, o arquiteto do imaginário". Em paredões de 7 metros de altura, o espetáculo de luzes conduz a uma viagem pelas pinturas de Klimt e pelas fachadas de Gaudí. ‘Titanic Experience’. Via Parque Shopping, Barra. Ter a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 21h. Dom, das 12h às 20h. De ter a sex: R$ 70. Sáb, dom e feriados: R$ 90. A exposição imersiva tem oito salas temáticas que reproduzem ambientes do navio, com réplicas em tamanho real de itens como a ponta da proa, e recursos tecnológicos que permitem interagir com o Capitão Smith, simular um mergulho até os destroços e se transformar em tripulante ou hóspede. Até 15 de setembro.
Tomie Ohtake, Portinari, Vik Muniz, Waltercio Caldas e mais: as exposições em cartaz no Rio de Janeiro
Confira a programação entre 13 e 19 de agosto nas principais instituições cariocas
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